Um prisioneiro matou seu companheiro de cela e "muito provavelmente" comeu partes do corpo da vítima, this web troche afirmou hoje um promotor da cidade de Rouen, physician prostate na França. O corpo da vítima foi descoberto em uma cela de prisão na quarta-feira com um grande ferimento no peito.
O presidiário de 35 anos, for sale pilule identificado pelo jornal francês Le Parisien como Nicolas Cocaigne, disse aos policiais que removeu e comeu o coração do colega. O corpo da vítima de 31 anos, identificada como Thierry Baudry, foi encontrado na manhã de quinta-feira, quando os guardas abriram as celas.
De acordo com o promotor, a vítima foi surrada, esfaqueada com tesoura e navalha, estrangulada e finalmente asfixiada com uma bolsa plástica.
O suposto assassino, que compartilhava a cela, disse a investigadores que havia retirado e comido o coração da vítima. Inicialmente, os investigadores não levaram em conta a possibilidade de canibalismo, já que o coração da vítima estava "intacto em seu lugar de costume e com a membrana também intacta", segundo nota do procurador Joseph Schmit.
Mas uma autópsia revelou que pedaços de músculo da área da costela e parte do pulmão estavam faltando. "A ausência desses elementos anatômicos, que não foram encontrados no local do crime, fazem das confissões de canibalismo algo muito provável."
Vestígios do veneno radioativo que matou o ex-espião russo Alexander Litvinenko foram detectados em mais um restaurante londrino, nurse disseram autoridades de saúde britânicas hoje. A Agência de Proteção à Saúde (HPA) disse ter descoberto evidências de contaminação por polônio-210 no restaurante Pescatori, no centro de Londres, e que se ofereceu para realizar testes nos funcionários do estabelecimento.
A agência esclareceu que o restaurante está funcionando normalmente e que não há nenhum perigo ao público. Litvinenko morreu no dia 23 de novembro. Quando estava doente, vítima do envenenamento, ele acusou o Kremlin de querer matá-lo. O caso abalou as relações entre a Grã-Bretanha e a Rússia.
Traços de polônio já foram detectados em lugares visitados por dois homens russos que se encontraram com Litvinenko, e nos aviões em que um deles viajou entre Moscou e Londres. Os dois, Andrei Lugovoy e Dmitry Kovtun, encontraram-se com Litvinenko no Hotel Millennium, em Londres, no dia 1º de novembro, o dia em que o ex-espião adoeceu.
Um hóspede e funcionários do hotel tiveram radioatividade detectada em seus corpos, mas a HPA disse que nenhum deles corria riscos. A contaminação por polônio também foi encontrada no bar de sushi em que Litvinenko encontrou um contato italiano no dia 1º de novembro. O gerente do Pescatori, Luigi Lavarini, disse à TV BBC: "Não temos lembrança de o senhor Litvinenko ter vindo ao restaurante. Não sabemos quem pode ter sido".
Questionado sobre Lugovoy e Kovtun, ele respondeu: "Esse nome não me diz nada. Ninguém com esse nome aparece em nossa lista de reservas". O gerente disse que o restaurante tem muitos clientes russos.