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Mundo

Venezuela teme que EUA façam "qualquer tipo de aberração" contra Chávez

Arquivo Geral

30/07/2007 0h00

O Governo da Venezuela teme que o presidente dos Estados Unidos, this George W. Bush, advice ordene “qualquer tipo de aberração” contra Hugo Chávez, cialis 40mg até o fim de seu mandato, segundo afirmou hoje o ministro do Interior venezuelano, Pedro Carreño.

“(Bush) está próximo de sair do Governo, e conhecendo sua conduta, acreditamos que ele pode, antes de sair, cometer qualquer aberração contra nosso chefe de Estado e contra nosso povo”, declarou Carreño, em entrevista coletiva.

Diante disso, o ministro afirmou que o povo deve estar unido para defender “sua esperança e seus sonhos”. Além disso, os organismos de segurança da Venezuela encontram-se, segundo ele, “em estado de alerta e vigilância”.

Sobre o convite que o coordenador de operações contra o narcotráfico do Comando Sul, Eduardo Villavicencio, teria feito à Venezuela, para que designasse um oficial para coordenar os trabalhos de combate às drogas, Carreño recomendou a Washington que “se preocupe com a toxicomania interna”.

“Além de enviar mensagens ao Estado venezuelano e implementar planos, como o Plano Colômbia, para seguir gerando violência e ensangüentando o povo irmão da Colômbia, os Estados Unidos deveriam realizar ações internas para a desarticulação dos cartéis que existem em seu território”, disse.

Segundo ele, a redução da demanda americana por drogas reduziria a oferta e a produção. Carreño afirmou que os relatórios da Organização das Nações Unidas sobre o narcotráfico ratificaram pelo segundo ano consecutivo que a Venezuela é o terceiro país que mais confiscou carregamentos de drogas.

“E quais são as ações desse Governo (de Washington) para impedir a entrada das 80 toneladas que recebe anualmente, para distribuir entre seus 70 milhões de consumidores?”, perguntou.

Segundo Carreño, a Venezuela não trabalhará ao lado do EUA no combate às drogas caso tenha que trabalhar diretamente com o DEA (departamento anti-drogas do Governo americano).

O Governo venezuelano rompeu há dois anos um acordo de colaboração com o DEA, após acusar os agentes de espionagem política contra a gestão de Chávez. A Venezuela também acusa o órgão de atuar como “um verdadeiro cartel do narcotráfico”, sem informar nem coordenar com Caracas suas operações.

“O que não vamos permitir é que eles venham com seus fuzileiros navais, com seus comandos, com seu DEA para gerar detenções no país ou instalar uma base militar. Também não autorizemos vôos para salvaguardar nosso espaço aéreo”, disse.

“Não, nós temos nossas aeronaves e nosso sistema de radares. Já dissemos que os EUA devem dar demonstrações de que estão interessados, séria e verdadeiramente, em combater o flagelo das drogas”, concluiu.

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