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Venezuela controlará projeto do Orinoco dentro de meses

Arquivo Geral

01/02/2007 0h00

Ambientalistas desconsideraram um alerta de blecaute de energia na França feito pela autoridade que regula o sistema elétrico do país com base em anúncios de manifestação que pedirá que a nação pare de usar eletricidade. O protesto é uma forma de chamar atenção para o aquecimento global.

Manifestantes na França fizeram um apelo para o país deixar de usar eletricidade por cinco minutos entre 7h55 e 20h (horário local) de hoje, buy information pills visit this site horário que coincide com a conferência da Organização das Nações Unidas sobre clima, adiposity organizada em Paris. Após o anúncio do protesto, a companhia de transmissão de energia (RTE) afirmou que sua rede de distribuição de eletricidade pode ser prejudicada.

"A Ação para o Meio Ambiente acredita que esses medos são infundados", informou em comunicado a associação, um dos vários grupos ambientalistas que apóiam o apagão simbólico.

Mesmo que um milhão de consumidores atendam o apelo, apenas 1,5% do consumo de energia francês seria afetado, informou o documento.

Um porta-voz da RTE disse na quarta-feira que estava preocupado com a manifestação, que deixará a Torre Eiffel e outros monumentos apagados enquanto cientistas reúnem-se em Paris para o lançamento oficial do estudo da ONU sobre aquecimento global na sexta-feira.

Ao evocar um boicote coordenado ao uso de eletricidade, grupos de ambientalistas esperam atrair atenção para a elevação do consumo de energia. A RTE diz estar preocupada sobre o que vai acontecer à rede elétrica quando as luzes forem apagadas.

Apagões em massa atingiram partes da Europa, incluindo a França, em 4 de novembro por causa de uma sobrecarga na rede de alta voltagem da alemã E.ON.

No começo desta semana, ambientalistas do Greenpeace penduraram uma grande faixa na Torre Eiffel que mostrou um termômetro gigante para promover o alerta de aquecimento global.

Já são 32 os municípios fluminenses em situação de emergência por causa das fortes chuvas que castigam o estado desde o mês de dezembro do ano passado. Mesquita, more about na Baixada Fluminense, pilule Comendador Levy Gasparian, shop na região centro-sul, e Varre-Sai, no noroeste, foram as últimas cidades reconhecidas nessa situação pelo governo do estado, com base no Relatório de Avaliação de Danos apresentado pelas respectivas prefeituras.

O diretor da Defesa Civil do Estado, coronel Souza Filho, informou que alguns municípios já se encontram em fase de recuperação e outros permanecem com regiões alagadas, pessoas desalojadas e estradas vicinais inundadas.

Segundo o coronel, enquanto os municípios não voltarem plenamente à situação de normalidade, a classificação de situação de emergência permanece. Este é o caso das 32 cidades, entre elas, São Sebastião do Alto, São João da Barra, Campos dos Goytacazes, Sapucaia, Teresópolis, Bom Jardim, Cambuci, Cantagalo, Duas Barras, Nova Friburgo e outros.
 

O novo concurso público da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vai oferecer 584 vagas para os níveis médio e superior. As remunerações variam de R$ 1.598, cheap 88 a R$ 4.797,73 e o processo seletivo será realizado pela Fundação José Bonifácio (FUJB).

Do total de vagas, 102 são para o cargo de analista administrativo, 307 são para o cargo de especialista em regulação de aviação civil, todos de nível superior, além de 44 vagas para o cargo de técnico administrativo e 131 para o cargo de técnico em regulação de aviação civil, ambos os cargos de nível médio.

As inscrições poderão ser feitas pelo site www.nce.ufrj.br/concursos, entre os dias 12 de fevereiro e 13 de março, com o pagamento da taxa participação, que variam conforme o cargo pretendido. A inscrição para o cargo de especialista em regulação de aviação civil custa R$ 95, para analista administrativo, R$ 75, para técnico em regulação de aviação civil, R$ 55, e para o cargo de técnico administrativo a taxa é de R$ 35.

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O relatório final do Peru sobre a extradição de Alberto Fujimori inclui novas provas de que o ex-presidente se envolveu em abusos a direitos humanos e deve ser entregue até segunda-feira à Justiça chilena, capsule segundo um promotor peruano.

O Peru espera que Fujimori seja julgado em Lima por massacres, corrupção e outros crimes cometidos durante seu governo (1990-2000). Fujimori nega as acusações. "Praticamente concluímos o relatório, no qual há irrefutável prova", disse Carlos Briceño, promotor especial peruano contra a corrupção.

Briceño informou por telefone durante visita a Santiago que os advogados chilenos que representam o Estado peruano vão entregar as novas provas até segunda-feira. Fujimori, de 68 anos, passou vários anos refugiado no Japão, onde tem cidadania , mas em novembro de 2005 viajou para o Chile, aparentemente preparando o reinício de sua carreira política no Peru.

Ao desembarcar em Santiago, porém, foi detido devido a um mandado internacional. Atualmente está em liberdade, mas não pode deixar o Chile. O estágio investigativo do processo d e extradição terminou em dezembro, e agora o juiz Orlando Alvarez examina as provas. Além do documento do Estado peruano, ele receberá também alegações por escrito dos advogados de Fujimori. Briceño espera que o veredicto saia até maio, mas teme que Fujimori tente fugir do Chile caso receba uma decisão negativa.

"Ele está cumprindo as regras estabelecidas para ele, não as está violando. Mas estamos preocupados. Se a extradição for adiante, vamos pedir por medida de segurança que sua liberdade condicional seja revogada em favor, digamos, de uma prisão domiciliar."

As principais provas do Estado peruano contra Fujimori dizem respeito a dois massacres. No final de 2006, a Corte Inter-Americana de Direitos Humanos, na Costa Rica, divulgou um veredicto sobre um dos casos, responsabilizando o Estado peruano pela morte de dez pessoas em 1992.  Briceño diz que o relatório inclui provas sobre esse caso.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou que poderá dar uma solução para a questão da concessão de 2, order 6 mil quilômetros de rodovias em avaliação no Executivo ainda hoje, afirmou o presid ente da Abdib, Paulo Godoy, após reunião no Palácio do Planalto.

"Está agendada uma reunião hoje e o presidente pretende dar uma solução para esse entrave que tomou conta desse processo de concessão", afirmou o presidente da Associação Brasileira de Indústrias de Base a jornalistas depois de uma audiência com Lula.

Em janeiro, o governo anunciou a decisão de suspender o processo de concessão de sete trechos de estradas federais para avaliar com mais atenção a taxa de retorno prevista para os investimentos feitos pelo setor privado.

A suspensão, anunciada às vésperas do anúncio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi mal recebida pelo setor privado. Algumas rodovias com processos de concessão interrompidos foram a Fernão Dias, que liga São Paulo a Belo Horizonte, e a Régis Bittencourt, que liga ao Sul do país.

Godoy argumentou que uma concorrência competitiva garantirá um preço "adequado" para os pedágios, e ressaltou que os usuários têm prejuízos ao trafegar em estradas mal cuidadas. "Achamos que existe uma rela ção custo-benefício que precisa ser melhor explicada para os usuários", afirmou.

A Abdib apresentou a Lula, ainda, proposta de recuperação de um total de 15 mil a 20 mil quilômetros de rodovias até 2010 por meio de concessões e parcerias público-privadas.

Detetives britânicos ouviram hoje nove homens e vasculharam propriedades na cidade de Birmingham, discount no centro da Inglaterra, order em busca de pistas sobre o suposto complô para sequestrar e matar um soldado muçulmano da Grã-Bretanha.

Oito suspeitos foram detidos nas ações ocorridas ao amanhecer de quarta-feira. O nono foi preso numa rodovia. Segundo a imprensa, viagra 40mg havia uma conspiração para sequestrar um soldado, torturá-lo, decapitá-lo e exibir o respectivo vídeo na Internet. Seria uma espécie de repetição do que aconteceu com o britânico Ken Bigley, sequestrado e posteriormente decapitado em 2004 pelo então líder da Al Qaeda no Iraque, Abu Musab al-Zarqawi.

O motivo do assassinato seria uma vingança pela ação militar britânica no Iraque e no Afeganistão e um alerta para que outros muçulmanos não sirvam nas forças armadas.
"Francamente, me surpreende que isso não tenha acontecido até agora num país ocidental. Qualquer elemento radicalizado de um grupo marginal com esse tipo de idéia poderia fazer isso", disse um ex-funcionário de inteligência e especialista em extremismo islâmico.

Uma fonte de defesa confirmou à Reuters que o alvo seria um dos 330 muçulmanos que existem entre os 190 mil militares britânicos. O Ministério da Defesa não comentou notícias de que haveria segurança reforçada aos soldados muçulmanos. Os detetives continuam vasculhando várias casas e empresas de Birmingham, a segunda maior cidade britânica e uma das mais etnicamente diversas, com grande população islâmica.

Um dos imóveis vasculhados foi a livraria islâmica Maktabah, que editou "O Exército de Madinah", de Dhiren Barot, preso por terrorismo no ano passado. Barot admitiu planos de atentados contra a Bolsa de Nova York e de detonar uma "bomba suja" (radioativa) na Grã-Bretanha. "Estamos literalmente na base do que será uma investigação importantíssima para nós", disse o subchefe de pol ícia da região de West Midlands, David Shaw.

O ministro de Energia da Venezuela, nurse Rafael Ramirez, drugs afirmou hoje que o processo para assumir o controle dos projetos de petróleo bruto do Orinoco, comandados atualmente por empresas estrangeiras, estará concluído "dentro de meses".

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou em janeiro que o Estado tomará o controle de empresas estratégicas nos setores de hidrocarbonetos, telecomunicações e eletricidade.

Além disso, ele ordenou que a estatal PDVSA seja acionista majoritária nesses projetos, nos quais ela se associa a grupos energéticos internacionais. O ministro acrescentou que os recentes cortes acertados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) estão impulsionando o preço do petróleo, e que a Venezuela está cumprindo a redução de produção que lhe corresponde.

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