De acordo com a entidade, quase a metade de todas as vendas de casas usadas foi relacionada a propriedades sujeitas à execução hipotecária.
Os novos compradores, ou seja, os que adquiriram imóveis pela primeira vez, representaram 53%.
Eles podem recorrer a grandes ajudas dos Governos federal e estadual.
A maioria dos analistas tinha calculado que, em março, o ritmo de vendas ficaria em uma taxa anual de 4,63 milhões de unidades.
Em março, o preço médio de imóveis ficou em US$ 175.200, uma queda de 12,4% em relação ao mesmo mês de 2008, informou a Associação.
Já o preço médio subiu 4,2% de fevereiro a março, “o que é muito mais alto que o aumento típico estacional de 1,8% entre esses dois meses”, segundo o relatório.
O principal economista da entidade, Lawrence Yun, afirmou que, aparentemente, o mercado está se estabilizando com altas e baixas modestas todos os meses, e que os novos compradores lideram as aquisições.
“A quantidade de vendas de casas com preços baixos aumentou, e isto indica o retorno de muitos compradores novos”, afirmou Yun.
“As vendas no segmento de propriedades com preços mais altos continuam estagnadas devido às altas taxas de juros sobre os maiores empréstimos”, ressaltou.