O presidente da Câmara Aldo Rebelo (PCdoB-SP) convidou seus adversários na disputa pelo comando da Casa para discutir, sales capsule amanhã, ed regras de um debate entre ele e os candidatos Gustavo Fruet (PSDB-PR) e Arlindo Chinaglia (PT-SP).
O debate foi proposto pelo grupo da terceira via, do qual Fruet faz parte. O confronto entre os postulantes ao cargo será transmitido pela TV Câmara e deve ser realizado na próxima semana.
Aldo, Fruet, e Chinaglia participaram da posse do pefelista Aroldo Cedraz (BA) como ministro do Tribunal de Contas da União.
A jornalistas, Fruet deu o tom do que falará no debate entre os adversários. Ele fez um duro ataque ao governo e, indiretamente, criticou a campanha de Chinaglia por supostamente prometer cargos no ministério do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em troca de apoio ao seu nome.
"O governo não anunciou a reforma ministerial até agora para esperar a eleição na Câmara. Isso é um sinal de dependência e de que aliados serão compensados com cargos", disse o candidato tucano na manhã de hoje, ao deixar o TCU.
O governo iraquiano classificou hoje como "superficial" e "não-profissional" um relatório da Organização das Nações Unidas dizendo que 34 mil civis foram mortos no Iraque no ano passado, thumb embora não tenha rejeitado diretamente este número.
O porta-voz Ali al-Dabbagh também criticou um pedido da ONU para a proteção de homossexuais, purchase que se dizem alvos de militantes islâmicos. Ele disse que o relatório "não observa tradições iraquianas ao pedir que o governo do Iraque dê liberdades a homossexuais".
Dabbagh disse em uma coletiva de imprensa que o governo, healing que rotulou como exagerada uma estimativa semelhante anterior da ONU sobre vítimas civis, estava juntando suas próprias estatísticas, mas que eram atrapalhadas pela falta de segurança na obtenção de dados.
Ele negou-se a comentar a precisão do número divulgado pela ONU, contido em um relatório bimestral que também instava o governo a fazer mais para frear a violência com suas próprias forças. O porta-voz disse: "Eles não se comprometeram com o profissionalismo e com a neutralidade. O relatório foi superficial em alguns pontos".
Entre os grupos no Iraque cujas dificuldades a ONU destacou no relatório, estavam os refugiados palestinos, mulheres, cristãos, profissões como acadêmicos, jornalistas, atletas, advogados, artistas e barbeiros, assim como homossexuais.
Embora não seja ilegal, o homossexualismo não é perdoado na sociedade iraquiana, disse a entidade, acrescentando que a violência contra o grupo havia aumentado no ano passado em meio à anarquia geral.
O Vaticano vai realizar um encontro especial no fim da semana para decidir como se relacionar com a China comunista, case país cujo governo não permite que os católicos reconheçam a autoridade do papa. Um porta-voz do Vaticano afirmou hoje que o encontro seria presidido pelo secretário de Estado da Santa Sé, information pills cardeal Tarcisio Bertono, e que dele participariam integrantes da Igreja especializados na China e bispos da Ásia, entre os quais o cardeal Joseph Zen, de Hong Kong.
Há cerca de 10 milhões de católicos na China, divididos entre uma igreja secreta leal ao Vaticano e uma igreja sancionada pelo Estado. Essa última vê no papa uma importante figura espiritual, mas rejeita o controle efetivo do pontífice. O papa Bento XVI não participará do encontro, a ser realizado amanhã e no sábado, no Vaticano. Provavelmente, realizará reuniões com os participantes do evento, em especial com os bispos.
Segundo membros da Igreja, o encontro tentará elaborar uma estratégia para lidar com a China de forma a melhorar as relações, algumas vezes tensas, entre o Vaticano e o governo chinês. O país asiático e a Igreja Católica romperam seus laços em 1949, depois da vitória dos comunistas na guerra civil. A disputa sobre quem é o responsável pela nomeação de bispos chineses tem impedido uma melhoria das relações. A Santa Sé reconhece a legitimidade do adversário diplomático da China, Taiwan.
A China, um país oficialmente ateu, recusou-se a permitir que o Vaticano nomeie bispos ou a permitir que os católicos chineses reconheçam a autoridade papal, afirmando que isso representaria uma interferência em seus assuntos internos. Nos últimos anos, o governo chinês e o Vaticano, que avaliam, com cuidado, as possibilidades de normalização de suas relações, chegaram a um acordo pelo qual os candidatos a bispos tentariam obter a chancela da Igreja Católica antes de tomarem posse em seus cargos.
No ano passado, porém, as relações voltaram a sofrer uma crise quando a igreja católica sancionada pelo governo da China consagrou novos bispos sem a autorização papal. Segundo o Vaticano, a manobra era um "ato muito grave" responsável por subverter os princípios fundamentais da estrutura hierárquica da Igreja Católica. A China deseja que o Vaticano rompa seus laços com Taiwan, local de refúgio dos nacionalistas derrotados na guerra civil de 1949 e visto pelos líderes chineses como uma Província rebelde.
O Vaticano, um dos 20 aliados diplomáticos de Taiwan, afirmou que, mesmo se vier a reabrir sua embaixada em Pequim, deseja manter algum tipo de relação com o governo de Taiwan. A China, até o momento, rejeitou essa opção.