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Uribe não consegue cumprir prazo para indulto maciço a guerrilheiros das Farc

Arquivo Geral

07/06/2007 0h00

A Polícia Federal afirmou que o irmão mais velho do presidente Lula, unhealthy more about Genivaldo Inácio da Silva, viagra 40mg conhecido como Vavá, recebia dinheiro do empresário dos jogos Nilton Cézar Servo, preso na segunda-feira durante a Operação Xeque-Mate.

De acordo com a Polícia Federal, Vavá recebia quantias entre R$ 2 mil e R$ 3 mil e prometia benefícios a Nilton Servo em órgãos governamentais. Porém, Vavá não conseguia cumprir os pedidos do empresário.

Na segunda-feira, a PF realizou busca e apreensão na casa de Vavá. Embora ele não tenha atendido aos pedidos de Servo, foi indiciado por tráfico de influência e exploração de prestígio no Judiciário. Além disso, a prisão do irmão de Lula também foi pedida pela PF, mas a Justiça alegando que o tráfico de influência e a exploração de prestígio não beneficiaram a máfia do jogo.


Os chefes de Estado e de Governo do G9 – sete países mais ricos e a Rússia – concordaram hoje em apoiar os esforços do presidente colombiano, erectile Álvaro Uribe, sale para libertar os reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O anúncio foi feito pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, autor da proposta.

A cúpula do G8 emitirá na sexta-feira um comunicado de apoio a Uribe, mas não mencionará, concretamente, o nome da política franco-colombiana Ingrid Betancourt, seqüestrada há cinco anos pela guerrilha.

“Obtive um comunicado muito importante, que apóia os esforços do presidente Uribe”, afirmou Sarkozy a um grupo de jornalistas.

O G8 “mostra seu agradecimento a Uribe e faz pressão sobre as Farc para que negociem uma solução humanitária para o problema de Betancourt, mesmo que seu nome não esteja sendo citado expressamente”, disse o presidente francês.

Sarkozy explicou que obter o acordo dos demais líderes do G8 “não foi fácil”, pois o Japão e os Estados Unidos têm cidadãos reféns em outros países, e “é preciso levar em consideração” os demais membros do grupo.

O presidente afirmou que, com o acordo no G8, cumpre o compromisso que tinha fixado com Uribe para que este atendesse seu pedido de libertação do chamado “chanceler” das Farc, Rodrigo Granda.

O caso de Ingrid Betancourt foi um assunto constante nos encontros que Sarkozy manteve na quarta-feira, antes de comparecer ao jantar com que oficialmente teve início a cúpula do G8.

Sarkozy abriu sua agenda bilateral de ontem com a presidente do G8 e da União Européia, a chanceler alemã Angela Merkel. Em seguida, reuniu-se com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.
O aquecimento global, viagra a aspiração brasileira de integrar o Conselho de Segurança das Nações Unidas e a missão de paz no Haiti, malady liderada pelo Brasil, rx foram os temas do encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o secretário-geral da ONU, o sul-coreano Ban Ki-Moon, hoje, em Berlim.

Ao sair da reunião com Lula na residência da Embaixada do Brasil, o secretário-geral disse: “Isso [decisão sobre inclusão do Brasil no Conselho de Segurança] não depende de decisão minha, mas o que posso e vou fazer é acelerar a discussão dessa ambição do Brasil”.

Ban Ki-Moon também elogiou o trabalho das tropas brasileiras da força de paz no Haiti e ouviu do presidente Lula o pedido de apoio da ONU na área de infra-estrutura. Segundo ele, durante a conversa Lula falou sobre o uso do biodiesel e do etanol para frear a poluição e o aquecimento global.

Recentemente, a diplomata Maria Luiza Viotti, indicada para representar o Brasil junto às Nações Unidas, disse à Agência Brasil que os três temas tratados entre Lula e Ban Ki-Moon serão as prioridades do país para os próximos anos no âmbito da ONU.
O Exército libanês parece decidido a acabar até domingo com o cerco sobre o campo de refugiados de Nahr al-Bared, remedy onde os milicianos do grupo radical Fatah al-Islam continuam entrincheirados, apesar de estes estarem cada vez mais fracos.

O Exército libanês já havia anunciado antes que o final chegaria em breve, mas as previsões não se cumpriram. Por isso, é difícil comprovar a veracidade das informações, já que o acesso ao campo continua vetado à imprensa.

Segundo fontes militares – que pediram para não ser identificadas -, existe uma data-chave, o dia 10 de junho, para acabar com os extremistas sunitas que ainda estão resistindo.

Nesta data, termina o prazo que o Conselho de Segurança da ONU deu aos políticos libaneses para tomarem a iniciativa de constituir um tribunal que julgue o assassinato, entre outros, do ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, ocorrido em fevereiro de 2005.

Se até domingo não houver um acordo, e tudo aponta nessa direção, a ONU intervirá para formar a instância judicial sob o amparo do Capítulo VII da Carta das Nações Unidas, que prevê sanções e a intervenção militar em caso de descumprimento.

Por esse motivo, o Exército – que bombardeou hoje o campo em terra e pelo ar – não quer que o problema de Nahr al-Bared piore e se misture com um provável conflito sobre o tribunal, ao qual a oposição liderada pelo grupo xiita Hisbolá se opõe.

Os combates de hoje representaram um novo degrau dentro do cerco contra os membros do Fatah al-Islam, que estão mais enfraquecidos do que nunca, segundo as fontes.

A imprensa libanesa informou hoje que os extremistas estão mantendo apenas uma posição dentro do campo, e que esta poderia cair em breve.

O núcleo dos entrincheirados, cerca de 50 homens, tem grande preparação bélica, dispõe de armamento e está disposto a resistir até o último momento.

Um soldado morreu hoje devido aos tiros de um franco-atirador do Fatah al-Islam, e com isso o número de mortos – segundo várias fontes – é de mais de 115.

Enquanto isso, além dos disparos dos canhões sobre as colinas que cercam o campo, houve hoje a ação de helicópteros Gazelle, de fabricação francesa.

A intensificação da ofensiva acontece depois que Shain Shain, chefe militar do Fatah al-Islam, ameaçou nesta quarta-feira estender o conflito para outras partes do Líbano, e até além de suas fronteiras, se o cerco não acabassem em até dois dias.

No entanto, o representante do Fatah no Líbano, Sultan Abu al-Ainan, disse hoje que essas declarações de Shain “mostram o fracasso do Fatah al-Islam e seu fim em breve”. O Fatah é facção que controla a maior parte dos 12 campos de refugiados em território libanês.

Osama Hamden, chefe do grupo islâmico Hamas no Líbano, disse que os contatos entre os grupos palestinos e a milícia extremista “levaram a soluções concretas”, mas não quis revelá-las.

Desde 20 de maio, combatentes do Fatah al-Islam enfrentam o Exército libanês, depois que os primeiros atacaram um posto de controle militar nos arredores do acampamento.

Milhares de refugiados palestinos já saíram do acampamento fugindo da violência, mas calcula-se que ainda há cerca de 5.000 civis dentro de Nahr al-Bared.

Por enquanto, as forças de segurança vêm conseguindo abortar, em maior ou menor medida, as tentativas de propagar o terror por todo o país. Hoje, os agentes desativaram três carros-bomba prontos para explodir na região de Zahle, no leste do país.
A promotora da Corte Suprema chilena, viagra sale Mónica Maldonado, recomendou hoje a extradição ao Peru do ex-presidente desse país Alberto Fujimori.

Segundo o relatório, que não é vinculativo ao juiz do caso, Orlando Álvarez, o ex-líder peruano (1990-2000) deve responder à Justiça de seu país por dois casos de violações dos direitos humanos e por vários crimes de corrupção.

O advogado do Estado peruano, Alfredo Etcheberry, disse aos jornalistas que a promotora avaliou os crimes contidos nos doze volumes enviados pela Justiça do Peru, e recomendou que se conceda a extradição de Fujimori por dois casos de violações aos direitos humanos e vários de corrupção.

Entre estes últimos, estão delitos como grampo telefônico, usurpação de função e peculato, disse Etcheberry.

O advogado acrescentou que a promotora rejeitou outras acusações, relacionadas a crimes de formação de quadrilha para ações de grampo telefônico.

Os casos relacionados a direitos humanos pelos quais se recomenda a extradição são os massacres de Barrios Altos (1991) e da Universidade de La Cantuta (1992), cometidos pelo grupo “Colina”, dirigido pelo assessor de segurança Vladimiro Montesinos.

A promotora emitiu sua opinião após examinar detalhadamente o processo, no qual estão os antecedentes oferecidos pelo Estado peruano, que pediu sua extradição, e os da defesa do ex-líder.

O documento com a recomendação de extradição, que foi entregue ao secretário da Corte Suprema, Carlos Meneses, deve ser revisado pelo juiz Álvarez, que está de licença médica.

O relatório será uma referência para a decisão judicial que deverá ser emitida por Álvarez, e que, por ser em primeira instância, poderá receber apelação da acusação e da defesa.

Álvarez tem um prazo de cinco dias para notificar as partes sobre o começo do período de redação da resolução que decidirá o destino de Fujimori.

Segundo o antigo sistema processual chileno, que rege o caso Fujimori, Álvarez pode levar até dois ou três meses para emitir seu ditame. No entanto, o assunto será resolvido em definitivo pela Corte Suprema, que fará audiências com alegações das partes e cujo ditame é inapelável.

O processo de extradição começou em janeiro de 2006, dois meses depois da chegada surpresa de Fujimori no Chile, em novembro de 2005.

O ex-presidente peruano ficou detido seis meses em Santiago, e depois recuperou a liberdade provisória, mas permanece contra ele uma ordem que o impede de sair do Chile.
Sete falhas humanas resultaram no acidente aéreo entre o jato Legacy e o Boeing da Gol, ambulance no dia 29 de setembro do ano passado, seek conclui o relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo do Senado Federal, aprovado ontem.

O documento culpa os dois pilotos do Legacy e os quatro controladores de vôo da torre de Brasília pelo acidente, mas exime de culpa a Aeronáutica ou qualquer outra instituição. “Se os pilotos do Legacy não tivessem desligado o transponder, o acidente não teria ocorrido. Se os controladores de vôo tivessem atuado de forma diligente e responsável, conforme a natureza da atividade exige, o acidente não teria ocorrido”, afirma o relatório.

Cada um dos quatro controladores e dos dois pilotos pode pegar até cinco anos de reclusão por “exposição de aeronave a perigo na modalidade culposa” na “forma qualificada pelo resultado morte”, artigos 261 e 263 do Código Penal.

Veja, abaixo, a lista dos erros, de acordo com o relatório da CPI:

Primeira falha: Autorização incompleta do plano de vôo
14h41min57 – O plano de vôo passado para o piloto do Legacy no momento da decolagem faz referência somente ao nível de 37 mil pés. Quando o controlador de Brasília diz apenas: “nível de vôo três sete zero, direção Poços de Caldas”, autoriza a aeronave a seguir direto para Manaus a 37 mil pés, sem acrescentar que, a partir de Brasília, a altitude deveria ser modificada. A autorização de vôo foi passada de Brasília para a torre de São José dos Campos, que retransmitiu ao comandante do Legacy. O controlador de Brasília que deu a autorização de vôo era, na verdade, um estagiário, que contava apenas com um mês de experiência.

Segunda falha: Pilotos não checam plano de vôo, carta de aerovia e de rota
Pelo regulamento brasileiro da aviação, a responsabilidade em conferir se a autorização do controlador está de acordo com o plano de vôo é do piloto. Mas a checagem não foi feita.

Terceira falha: Controlador não ordena descida do Legacy, que estava na contramão
15h55min28 – Essa é a falha mais grave para a CPI. Por seis minutos, o sistema mostrou na tela do radar a visualização do Legacy a 37 mil pés de altitude após passar por Brasília. A tela apresenta a diferença entre a altitude real do avião (37 mil pés) e a do plano de vôo (36 mil pés). Mas o controlador não ordena a descida da aeronave.

Quarta falha: Pilotos desligam o transponder
16h01min43 (55 minutos antes da colisão) – Seis minutos após passar por Brasília, o radar Transponder do Legacy é desligado.

Quinta falha: Controlador não tem atitude após desligamento do radar
16h01min53 – Tela deixa de apresentar círculo que significa contato com o radar secundário. O mesmo controlador, após perder o sinal da aeronave, não toma providências. Quando transmite o comando para o controlador que o sucede na mesma torre (de Brasília), passa a informação de que a aeronave está a 36 mil pés e não fala de qualquer problema de comunicações ou visualização no radar.

Sexta falha: Controlador não toma providências sobre problemas na comunicação
16h20 às 16h50 – O controlador que assume o comando de Brasília às 16h20 tinha na tela a informação de que não havia radar secundário (transponder), não sendo precisa, portanto, a altitude mostrada pelo radar primário. Tentou, sem sucesso, por oito vezes comunicação com o Legacy, mas não adotou as providências previstas na Regras do Ar e Serviços do Tráfego Aéreo (ICA 100-12). São elas:

a) verificar se a aeronave pode receber as transmissões do órgão, pedindo-lhe que execute manobras específicas que possam ser observadas na apresentação radar ou que transmita, caso possível, um sinal especificado com a finalidade de acusar o recebimento da mensagem;

b) se a aeronave nada acusar, o controlador deverá manter a separação entre a aeronave com falha de comunicação e as demais.

Sétima falha: Brasília passa monitoramento para Manaus como se tudo estivesse normal
16h53min30 (faltam três minutos para a colisão) – Mesmo sabendo que o Legacy estava sem comunicação e sem visualização no radar secundário, o controlador 4 de Brasília coordenou a passagem do monitoramento para a torre de Manaus como se estivesse a 36 mil pés sem alertar sobre as condições anômalas da aeronave e sem avisar da falta de contato de Brasília com a aeronave.

Às 16h56min54, os aviões se chocam.
Cerca de 200 famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) desocuparam ontem, seek no final da tarde, viagra o depósito da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), cost em Porto Alegre, depois de conseguirem a liberação de alimentos para campamentos no Rio Grande do Sul. Eles ocuparam o local ontem porque não receberam os alimentos de junho, e a cesta do mês anterior estava incompleta.

Segundo o MST, o governo estadual liberou R$ 8 mil para compra de óleo de cozinha e farinha. Já o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) entregou os alimentos que faltavam. De acordo com a Conab, essa foi a quarta ocupação no MST no órgão.


O Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado pela Aeronáutica para investigar a paralisação dos controladores de vôo no último dia 30 de abril só deve ser oficialmente concluído na próxima semana. De acordo com a assessoria de imprensa do Comando da Aeronáutica, and a estimativa do coronel Carlos Eurico Peclat dos Santos, cheapest responsável pelo inquérito, viagra order é encaminhar seu parecer sobre o interrogatório a que submeteu os controladores dos Centros Integrados de Defesa e Controle de Tráfego Aéreo 1, em Brasília, e 4, em Manaus, ao comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, na próxima segunda-feira. O protesto dos controladores de vôo dos dois Cindactas resultou na suspensão por quase cinco horas de decolagens nos principais aeroportos do país, segundo a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero).

Ainda segundo a Aeronáutica, como a primeira fase da investigação é sigilosa as conclusões do coronel Peclat ainda não foram divulgadas. A decisão sobre o possível indiciamento de controladores só será tomada após o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Saito, enviar ao Ministério Público Militar (MPM) seu parecer. Compete ao MPM denunciar os controladores à Justiça Militar.

A assessoria de imprensa preferiu não comentar notícias divulgadas pela imprensa sobre o número de controladores que seriam indiciados e possíveis punições, como a expulsão da corporação ou a prisão. 

O inquérito militar foi instaurado a pedido do MPM. Os procuradores Giovanni Rattacaso e os promotores Ione de Souza Cruz, Jaime de Cassio Miranda e Ana Carolina Scultori Tele Leiro, pediram que fosse averiguado se durante a paralisação do dia 30 de abril os controladores teriam praticado crimes militares, como insubordinação (ao decidirem paralisar suas atividades, mesmo que houvesse ordem contrária de seus superiores) ou motim (caso seja caracterizada uma greve). O MPM alegava que, por serem militares, os controladores não poderiam promover paralisações.
Os senadores republicanos e democratas intensificavam hoje seus contatos no Congresso americano para levar adiante o projeto de lei de consenso sobre imigração, viagra 100mg que sofreu duros golpes nas últimas horas.

O pior aconteceu esta manhã, more about quando os legisladores rejeitaram, buy por 63 votos contra 33, uma moção para encerrar o debate e proceder à votação do projeto de lei em seu conjunto. Essa moção precisava de pelo menos 60 votos para seguir adiante, 27 a mais que recebeu.

O líder democrata, Harry Reid, que tinha proposto a medida, se apressou em apresentar outra similar para votar novamente o fim do debate nas próximas horas.

De outro modo, fica sem limite o tempo para introduzir emenda após emenda, o que na prática equivale a dar o projeto de lei por morto e enterrado.

O projeto de lei migratório, pactuado este mês de maio entre os dois partidos, conta com o respaldo de republicanos e democratas, assim como com o da Casa Branca.

Mas os setores mais liberais e mais conservadores se opõem a ele, os primeiros por considerar que é muito morno e os segundos ao opinar que equivale a uma anistia para os cerca de 12 milhões de imigrantes ilegais que se calcula vivam nos Estados Unidos.

Em declarações após a votação desta manhã, o líder da minoria republicana, Mitch McConnell, afirmou que seu partido precisa de mais tempo para trabalhar no projeto de lei e introduzir mais emendas.

“Apressar o processo não beneficia ninguém e põe em risco o frágil compromisso que ambas as partes trabalharam duramente para conseguir”, afirmou McConnell.

Já esta madrugada, no entanto, o projeto de lei tinha recebido um duro golpe quando os legisladores aprovaram por uma margem estreita, de 49 votos contra 48, uma emenda que limita a apenas cinco anos a vigência de um programa de trabalhadores temporários.

Esse programa, que concedia permissões de trabalho de dois anos renováveis até um máximo de seis, embora com a obrigatoriedade de retornar ao país de origem durante um ano para cada renovação, era uma das inovações e o ponto principal do pacto migratório.

Sua limitação – que chega após o Senado ter reduzido há duas semanas seu alcance a somente 200 mil trabalhadores, frente aos 400 mil anuais propostos originalmente – representa um duro golpe para os defensores do projeto de lei. Os legisladores aprovaram também duas emendas sobre o idioma inglês.

A primeira, apresentada pelo senador republicano James Inhofe, faz do inglês a língua oficial dos Estados Unidos, impedindo que quem deseje receber comunicações oficiais em outro idioma o consiga.

A segunda, do senador democrata Ken Salazar, estipula que o inglês é o “idioma comum” nos Estados Unidos, mas diz que quem desejar terá direito a receber comunicações oficiais em outra língua.

Se o projeto de lei for aprovado os legisladores terão que conciliar as emendas em uma etapa posterior.

O plano debatido no Senado prevê um caminho para legalizar os cerca de 12 milhões de imigrantes ilegais que se calcula vivam nos EUA, que poderiam obter um visto especial, o Z, se estiverem em dia com os impostos atrasados e pagarem uma multa.

Além disso, o chefe de família teria que retornar a seu país de origem em um prazo de oito anos para tramitar a residência permanente.

O projeto de lei também altera o sistema para outorgar permissões de residência nos EUA, que passa a dar preferência à educação e ao domínio do idioma que aos laços familiares, como ocorria até agora.
Após duas participações, information pills estudantes venezuelanos contrários ao Governo abandonaram hoje um debate na Assembléia Nacional (AN) que teve a presença de jovens de diferentes posturas políticas para discutir assuntos de interesse nacional.

A realização do debate na AN fora pedida por estudantes chavistas e opositores, e aceita pelos deputados para que eles expressassem suas idéias acerca de diferentes assuntos, entre eles a decisão do Governo de não renovar a concessão do canal privado “Radio Caracas Televisión” (“RCTV”).

A presidente da AN, Cilia Flores, fez uma breve introdução, na qual destacou que os estudantes poderiam expor as idéias que quisessem com absoluta liberdade em vinte falas, dez de cada lado, de quinze minutos de duração cada.

“Bem-vindos, e que o povo ouça de boca de vocês suas idéias, suas posições. E que cada um tire suas conclusões”, afirmou Flores.

A primeira participação foi do estudante opositor Douglas Barrios, que leu um texto sobre as virtudes da democracia, da liberdade e dos direitos civis, e defendeu a vigência destes em todas as atividades do país.

Essa fala foi respondida por Adriana Tarazona, representante dos estudantes que apóiam o Governo. Ela criticou não os princípios democráticos defendidos por Barrios, mas a visão “equivocada” adotada pelo opositor, de acordo com sua posição.

Em terceiro lugar falou o estudante Yon Goicoechea, um dos principais porta-vozes do setor estudantil opositor, que afirmou seu grupo se retiraria porque não fora à AN para fazer política, mas para expor princípios que facilitassem a reconciliação entre os venezuelanos.

Quando os estudantes opositores abandonaram o plenário, a presidente da AN tomou a palavra e disse que essa atitude lhe parecia “suspeita”, porque esses jovens haviam pedido a realização do evento e ganho a oportunidade de dizer o que quisessem perante todo o país, com transmissão ao vivo de rádio e televisão do país.

A presidente da AN disse que a “fuga” dos estudantes lhe lembrou a atitude que a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, teve na segunda-feira passada durante a Assembléia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), no Panamá, onde não assistiu ao discurso do chanceler venezuelano, Nicolás Maduro.

Flores concluiu que a inesperada saída dos estudantes opositores confirma “que eles não tinham nenhum posicionamento para expor ao povo, e que suas manifestações fazem parte de um plano desestabilizador”.

A presidente da AN decidiu manter as falas e permitiu que os restantes nove estudantes chavistas expusessem seus pontos de vista.

Nelas, os jovens chavistas defenderam o processo revolucionário “bolivariano” e disseram que os opositores abandonaram a Assembléia porque perceberam que não tinham argumentos além das “palavras de ordem vazias” que repetiam nas manifestações realizadas desde 28 de maio.

Os protestos começaram no dia seguinte à saída do ar da “RCTV”, cuja concessão, que venceu à meia-noite de 27 de maio, não foi renovada pelo Governo do presidente Hugo Chávez.

A “RCTV” perdeu seu sinal aberto de transmissão, mas manteve a produção de programas de notícias – alguns podem ser vistos pela internet – e de entretenimento.

O deputado Earle Herrara classificou como “histórica” a sessão de hoje, por ser a primeira vez desde que o Parlamento foi construído, no final do século XIX, que os estudantes podem expor seus pontos de vista ao Legislativo.

A maioria dos estudantes chavistas foi à AN vestida com roupa informal, enquanto os oposicionistas compareceram uniformizados com camisas vermelhas, semelhantes às utilizadas por seus adversários.

Nas proximidades da Assembléia, sob estreita vigilância policial, concentraram-se estudantes oposicionistas, com mensagens em favor da liberdade de expressão, e governistas, com fotos e cartazes em defesa de Chávez.
Pelo menos uma pessoa morreu e outras três ficaram feridas por causa da explosão de um carro-bomba que hoje sacudiu uma zona industrial a cerca de 20 quilômetros ao norte de Beirute, sick disseram à agência Efe fontes policiais.

A explosão aconteceu às 21h20 (15h20 de Brasília) no bairro industrial de Zouk Mosbeh, recipe e, segundo as fontes, o carro tinha sido estacionado junto a uma loja e ao lado de outro veículo.

As redes de televisão mostraram as primeiras imagens, nas quais se vê um grande incêndio, carros destruídos e muitos danos materiais. Imediatamente, os bombeiros foram para o local para apagar o fogo, enquanto a Polícia cercou a área.

Aparentemente, a explosão atingiu um depósito de botijões de oxigênio, segundo informou a rede de televisão libanesa “LBC”. A Defesa Civil libanesa pediu à população para que não se aproxime do lugar, por causa do risco de novas explosões.

A “LBC” informou que os bombeiros conseguiram controlar o incêndio do depósito de garrafas de oxigênio, mas teme-se que possam acontecer outras explosões.

Este é o quinto atentado em apenas 18 dias, sem que exista a menor pista de quem possa estar por trás deles.

O último aconteceu há três dias no bairro industrial de Sad Al-Bauchrieh, na periferia leste de Beirute, e deixou 17 feridos.

As explosões acontecem em um momento de máxima tensão no Líbano, especialmente no norte do país, onde o Exército tem cercado desde o dia 20 de maio o campo de refugiados palestinos de Nahr el-Bared, nas proximidades da cidade de Trípoli, e tenta desalojar o grupo extremista sunita Fatah al-Islam.

“O Líbano é alvo de uma guerra terrorista com aspectos multiformes”, disse à “LBC” o ministro da Justiça libanês, Charles Rizk, que assinalou que o país tem “meios limitados, mas o povo e o Exército estão unidos”.
A forte neblina que encobriu o céu do Rio de Janeiro na manhã de hoje fez com que os vôos que estavam programados para pousar no Aeroporto Santos Dumont fossem transferidos para o Aeroporto Internacional Galeão-Tom Jobim.

Por causa da mudança, healing cerca de 30 passageiros, entre eles militantes do P-SOL de Pernambuco, que estavam no vôo JJ 3906 da TAM procedente de do Aeroporto de Guarulhos, em São Paluo, fizeram uma manifestação na pista do Tom Jobim  para reclamar que a companhia aérea não havia cumprido promessa de transporte para o Aeroporto Santos Dumont.

Policiais federais em serviço no aeroporto encaminharam os manifestantes para a Delegacia de Polícia Civil do Aeroporto, onde cinco passageiros e três funcionários da TAM prestaram depoimentos.

Washington Batista, militante do P-SOL, disse que a manifestação era pacífica, para reivindicar o transporte que a companhia aérea havia prometido durante o vôo, mas os funcionários da TAM impediram “de forma violenta” a entrada dos passageiros na pista.

A TAM informou, em nota no site da empresa, que no transporte oferecido para o Aeroporto Santos Dumont foram priorizados idosos, gestantes, mulheres e crianças. A nota diz ainda que os passageiros agrediram os funcionários da empresa e interromperam as operações do aeroporto ao entrarem no meio da pista de pouso.
O presidente Álvaro Uribe não conseguiu cumprir o prazo que adotara para o indulto maciço de rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que seu Governo se propôs a libertar como gesto humanitário unilateral perante o grupo guerrilheiro.

O prazo venceu hoje, shop coincidindo com o começo de uma visita oficial de três dias de Uribe aos Estados Unidos e com gestões jurídicas que atrasaram a transferência, a um clube campestre, do último grupo de detentos em uma prisão temporária.

O Escritório do Alto Comissariado para a Paz (OACP, sigla em espanhol) disse à agência Efe em Bogotá que o Governo não conseguiu completar, nesta quinta-feira, a evacuação do local do terceiro contingente de presos que, em princípio, podem receber o indulto.

Este último grupo pode ser composto por 58 dos 82 rebeldes que continuam em Normandía, na prisão de Chiquinquirá, que no final da semana passada recebeu 193 detentos que poderiam ser soltos.

Os detentos provieram de cerca de 50 presídios de todo o país e haviam respondido anteriormente a uma pesquisa elaborada pelo Executivo para os interessados na libertação.

Em Normandía, o Ministério do Interior e da Justiça estabeleceu que vinte haviam sido condenados por delitos de lesa-humanidade, o que os exclui do plano de indulto. Outros dez não aceitaram deixar as Farc, e quatro se arrependeram da libertação.

Um porta-voz do OACP explicou que a saída do último grupo de detentos em Chiquinquirá seria feita quando fosse confirmado que os 58 candidatos de fato podem receber o indulto, que representa o perdão da pena, mas não o esquecimento dos delitos que cometeram, o que diferencia este benefício da anistia.

A libertação já está confirmada para os 111 reclusos que foram transferidos entre terça e quarta-feira de Chiquinquirá ao clube campestre de Chicoral, na localidade de Espinal, no sul do país.

No local, eles esperarão que o Governo formalize o indulto, mediante resoluções executivas assinadas por Uribe e pelo ministro do Interior e da Justiça, Carlos Holguín.

O OACP também confirmou à agência Efe que os candidatos a serem soltos permanecerão por pelo menos quatro semanas em Chicoral, onde ficarão sob a responsabilidade de funcionários do Escritório da Alta Secretaria para a Reintegração.

O titular dessa dependência presidencial, Frank Pearl, explicou que, durante a estadia, os detentos terão que definir “o que querem fazer” e, para isso, contarão com todo o apoio do Governo. Uribe anunciou a libertação maciça no dia 25 de maio, por “razões de Estado” que não detalhou.

A ela, acrescentou a libertação do preso mais importante das Farc no país, Rodrigo Granda, conhecido como o “chanceler” e detido em dezembro de 2004 em Caracas, mediante uma operação colombiana encoberta que suscitou uma profunda crise diplomática com a Venezuela.

Granda permanece desde segunda-feira passada na sede da Conferência Episcopal da Colômbia (CEC), que aceitou acolhê-lo de forma temporária pois, por ordem de Uribe, ele foi tirado da prisão de segurança do centro do país na qual cumpria uma pena de cinco anos e dez meses de prisão, por rebelião agravada.

O presidente o libertou mediante um decreto que concede ao “chanceler” a condição de “membro representante” para gestões de paz. O insurgente, porém, esclareceu que o comando central das Farc é que lhe dirá que tarefa ele deve cumprir.

Uribe quer que Granda ajude o Governo e as Farc a negociarem um acordo humanitário para a libertação das 56 pessoas que o grupo guerrilheiro mantêm seqüestradas.

A ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt, que também tem nacionalidade francesa, e os americanos Keith Stansell, Thomas Howes e Marc Gonsalves, estão entre os seqüestrados, o que deu à crise uma maior alcance internacional.

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