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Mundo

Uribe encerra em Davos viagem pela Europa

Arquivo Geral

24/01/2008 0h00

O presidente colombiano, check Álvaro Uribe, rx fez um balanço positivo da viagem européia que termina hoje em Davos, na qual obteve um grande apoio para sua política sobre o conflito com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Ele também aproveitou para apresentar a Colômbia como um bom lugar para se investir.

“Dia a dia, encontramos mais compreensão na Europa sobre o valor da democracia colombiana e sobre a natureza terrorista e narcotraficante” da guerrilha, disse Uribe, em entrevista coletiva no Fórum Econômico Mundial, realizado na cidade suíça de Davos, do qual participou hoje por algumas horas.

“Tivemos um diálogo muito construtivo sobre os avanços da Colômbia, sobre o que falta na Colômbia, sobre o tema dos reféns, sobre a segurança na democracia, sobre o investimento com responsabilidade social”, listou Uribe.

Em relação às gestões para um acordo humanitário de troca de reféns das Farc por guerrilheiros presos, o chefe de Estado reiterou que “há duas instâncias de negociação: a Igreja Católica e os dois delegados que representam Espanha, França e Suíça, que desejo que trabalhem articuladamente”.

“Daremos as boas-vindas a qualquer libertação unilateral e incondicional de reféns por parte das Farc, em atenção e consideração a todos os seqüestrados”, em alusão à possibilidade de novas libertações com gestões do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, como a recente de Clara Rojas e Consuelo González.

Sobre um vídeo divulgado por uma televisão venezuelana na internet no qual supostamente o prefeito de Maracaibo, Gian Carlo Di Martino, aparece entregando provisões e material às Farc, Uribe disse que não conhece a fita, mas esclareceu que “autoridades de Justiça terão que estudá-lo”.

Ele defendeu sua política de segurança em democracia e disse que o índice de seqüestro no país diminuiu 95% desde que chegou ao poder, pois todos os reféns – exceto os três americanos – foram capturados antes de seu Governo, disse.

No plano econômico, o líder disse que a “Colômbia tem hoje muito que oferecer ao mundo, para que o mundo concorra com seus investimentos para nos ajudar a gerar emprego de qualidade (…) e a superar pobreza e construir igualdade”.

“A Colômbia trabalha com três idéias fundamentais de Governo: a segurança a partir da democracia e não da ditadura, a confiança investidora a partir da responsabilidade social, e a construção de coesão social a partir do respeito às liberdades”.

“Nós oferecemos todo o espaço da Colômbia ao investimento privado, tanto doméstico como internacional, com o requisito da responsabilidade social”, afirmou.

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