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Uribe comemora disposição dos EUA de colaborar em intermediação com as Farc

Arquivo Geral

27/09/2007 0h00

“Chávez convidou alguns congressistas dos EUA a acompanhá-lo em reunião que nosso Governo compartilha, prostate com a sugestão de que a delegação seja bipartidária, cialis 40mg a fim de preservar essa aproximação na relação com a Colômbia”, viagra approved anunciou hoje Uribe no plenário da Assembléia Geral da ONU.

O presidente colombiano disse que o Governo “comemora essa disposição positiva” de Washington e antecipou aos 192 membros da ONU que a reunião ocorrerá “em breve”.

“Estimulamos a tarefa do presidente Chávez e da senadora Piedad Córdoba (da oposição) porque estamos comprometidos com a libertação dos seqüestrados”, ressaltou.

Uribe afirmou que na Colômbia “já não existe o paramilitarismo, mas guerrilhas e narcotraficantes”. O termo paramilitar, segundo ele, “foi cunhado para designar organizações particulares criminosas cujo objetivo era combater a guerrilha. Hoje, o único que combate a guerrilha é o Estado, que recuperou o monopólio que nunca devia ter perdido”.

Para o governante colombiano, “superar definitivamente este problema é desígnio irrenunciável” de sua política de segurança democrática.

Até agora, os esforços para combater o terrorismo conseguiram que, dos 60 mil terroristas existentes no país há cinco anos, restem apenas 11 mil, de acordo com Uribe. Para isso, foram fundamentais estratégias como “aprofundar a democracia em vez de cerceá-la, proteger as liberdades em vez de suprimi-las e estimular a divergência, em vez de silenciá-la”.

Para eliminar definitivamente o terrorismo, a Colômbia está disposta “a um acordo humanitário, mas não pode permitir zonas de desocupação, que são campos de concentração comandados por terroristas”, ressaltou o presidente.

“Também não permitiremos que saiam da prisão e voltem ao crime, pois seria uma afronta ao sacrifício dos soldados e policiais da pátria”, acrescentou.

Segundo dados de Uribe, foram libertados unilateralmente 177 integrantes das Farc e foi dado consentimento para que “muitas pessoas e instituições fossem negociadores”, enquanto “a única resposta foi o assassinato de onze deputados de Valle del Cauca e o constante assassinato de defensores da democracia”.

No âmbito social, Uribe – que ratificou seu compromisso com o combate da mudança climática – disse que ocorreram grandes progressos na Colômbia.

O déficit e o endividamento caíram, o desemprego pode chegar a 7% (dos atuais 11%), a pobreza ficará perto de 35% em 2010, e a renda per capita aumentou de US$ 1.851 a US$ 3.517 em cinco anos.

Neste período, a inscrição de trabalhadores na previdência social aumentou 40%, o salário mínimo cresceu 8%, e os homicídios caíram 40% em relação aos 29 mil registrados em 2002 (sendo 196 deles de sindicalistas).

“Este ano, há 6.714 colombianos com proteção individual por parte do Estado, sendo que, deles, cerca de 1.200 são trabalhadores que pertencem a organizações sindicais”, afirmou.

“Continuamos trabalhando por uma sociedade sem exclusões e sem ódio de classes, em permanente debate construtivo, que busque opções, que não se fixe em antagonismos insuperáveis, que respeite sua Constituição Democrática e seja guiada por uma visão a longo prazo”, afirmou o colombiano.

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