O presidente da Colômbia, buy information pills Álvaro Uribe, find chegou hoje a Bruxelas, onde amanhã tratará com responsáveis da União Européia sobre uma possível troca humanitária que possibilite a libertação de seqüestrados pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
Uribe, que chegou a Bruxelas procedente da França, dá continuidade na capital belga a sua viagem pela Europa, que prevê ainda visita à Espanha, a partir de amanhã à noite.
O líder colombiano se reunirá com Javier Solana, Alto Representante da União Européia (UE) para Política Externa e Segurança Comum, e também com o presidente da Comissão Européia (CE, órgão executivo da UE), José Manuel Durão Barroso.
Uribe e Solana tratarão sobre os últimos acontecimentos na Colômbia, especialmente “uma possível troca humanitária”, assim como as relações Bogotá-UE e as negociações em andamento para um acordo de associação entre os europeus e a Comunidade Andina de Nações (CAN), segundo comunicado divulgado pela assessoria do dirigente europeu.
Fontes diplomáticas colombianas disseram esperar que a UE ratifique seu apoio à luta de Bogotá contra o terrorismo, e que as iniciativas do país sul-americano no combate a seqüestros sejam destacadas, assim como a recente aceitação da criação de uma “zona de encontro” para que pudesse ser buscado um acordo humanitário, com a mediação de emissários de França, Espanha e Suíça.
Um dos objetivos de Uribe é fazer com que a UE saiba que a Colômbia “mantém-se firme em questões de segurança e está aberta a um acordo humanitário que permita a libertação dos seqüestrados”, afirmaram à Agência Efe fontes da delegação presidencial colombiana, após sua chegada a Bruxelas.
As fontes acrescentaram que também querem que se entenda que as guerrilhas das Farc e do Exército de Libertação Nacional (ELN), assim como os agrupamentos paramilitares, são “grupos terroristas” e que o Governo de Bogotá “sempre” tentou conseguir a libertação incondicional dos seqüestrados.
Por isso espera receber apoio da UE para obter essa libertação e nos esforços na luta contra o terrorismo.
As autoridades colombianas calculam que as Farc mantêm atualmente cerca de 750 pessoas seqüestradas.