A companhia aérea americana United Airlines anunciou hoje que diminuirá em 14% sua capacidade nacional e eliminará entre 1.400 e 1.600 postos de trabalho por causa das dificuldades que o setor atravessa por causa dos altos preços dos combustíveis.
Após esta redução de capacidade e pessoal, stomach a segunda maior companhia aérea do país explicou em comunicado que acredita ser “mais forte e competitiva para suportar melhor os altos preços do petróleo e o arrefecimento da economia” americano.
O presidente e executivo-chefe de United, Glenn Tilton, argumentou que “este entorno reivindica que nós e a indústria atuemos de forma decisiva e responsável”.
A United afirmou que até o final do ano retirará cem aviões de sua frota, os mais antigos e menos eficientes em consumo de carburante, incluídos os 30 Boeing 737 que já tinha anunciado, o que reduzirá sua capacidade nacional em 14% em comparação ao ano anterior, e permitirá diminuir a idade média dos aviões para 11,8 anos.
A companhia aérea, com sede em Chicago, também reduzirá sua capacidade internacional neste mesmo período entre 3,5% e 4,5%.
Em conjunto, a companhia se propôs que no final de 2009 sua capacidade nacional seja entre 17% e 18% menor que a que tinha quando começou 2008, e a internacional entre 4% e 5% inferior que a do início deste ano.
A United também anunciou que o corte de sua frota terá como conseqüência a demissão de 1.400 a 1.600 funcionários, incluídos 500 previamente anunciados.
No dia 30 de maio, a United Airlines e a US Airways desistiram de se juntar, uma iniciativa que tinham estudado justamente para enfrentar as dificuldades que o setor enfrenta por causa dos altos preços dos combustíveis.