A entidade divulgou nota expressando sua “preocupação” com as “péssimas condições” nas quais os civis se encontram no último reduto da guerrilha dos LTTE, visit uma faixa litorânea de cerca de 4 km².
“São 50 mil pessoas ocupando um pequeno espaço. Tememos pela morte de muitas crianças caso a ofensiva do Governo continue e os LTTE se neguem a permitir que os civis abandonem a zona de conflito”, disse o diretor do organismo para o Sul da Ásia, Daniel Toole.
A organização também destacou que estes civis passam por necessidades, e precisam de remédios, água potável e comida.
“O secretário-geral da ONU deixou claro que o mundo está acompanhando de perto esta crise. Estes novos combates são uma catástrofe para as crianças e mostram uma completa indiferença pelos civis mais vulneráveis”, disse Toole.
Segundo o Unicef, “milhares de civis, incluindo muitas crianças” morreram ou se feriram desde que os combates se intensificaram em janeiro deste ano.