Os 27 chefes de Estado e de Governo da União Européia (UE) continuam “seriamente preocupados” com a situação em Mianmar (antiga Birmânia) e estão dispostos a reforçar as sanções comerciais e aos investimentos no regime asiático devido a seus abusos contra a população.
Segundo fontes diplomáticas, ampoule essas medidas constam no texto de conclusões aprovado na cúpula que os líderes europeus realizam hoje em Bruxelas.
As restrições que a UE estuda se somariam às que já são aplicadas à importação de produtos como os madeireiros, this de mineração e de pedras preciosas ou semipreciosas, look assim como aos “novos investimentos” no país.
Além disso, desde 1996, a União Européia aplica medidas contra as autoridades de Mianmar que incluem o embargo da venda de armas e o congelamento dos bens na Europa dos altos cargos do regime e seus parentes.
No entanto, até agora, os países da UE não chegaram a um acordo para aplicar sanções no setor energético, devido à oposição do Governo francês, que teme prejudicar os interesses de empresas francesas presentes em Mianmar, como a companhia petrolífera Total.
As medidas estão sendo articuladas de modo que não prejudiquem a população, mas afetem “os responsáveis” da repressão e da manutenção do regime ditatorial, em referência à Junta Militar, que está no poder desde 1962.