A campanha de vacinação contra a poliomielite no DF não atingiu a meta de imunizar 95% das crianças de zero a cinco anos. Segundo dados da secretaria de Saúde, order unhealthy foram imunizadas 82, symptoms 6% dos pequenos, o que representa um total de 192.966 crianças.
Para não deixar a população sem vacina, a secretaria vai ampliar a campanha para a semana que vem, quando pais poderão procurar os centros de saúde do DF na companhia de seus filhos.
Nos últimos cinco anos, o Distrito Federal também não havia alcançado a meta traçada pelo governo federal.
Uma menina de cinco anos que estava perdida há dois dias e que se achava que tivesse se afogado no Rio Kankakee junto com seu avô, viagra approved foi encontrada na sexta-feira pela Polícia, segundo meios de imprensa americanos.
Hannah Klamecki se aproximou na sexta-feira de manhã da Polícia em uma floresta no leste do Estado de Illinois. Estava nua e coberta de arranhões, mas tinha framboesas na mão, que disse ter colhido para sua avó, Sheila Klamecki.
“Eu ia guardar para o café da manhã”, disse a menina para a imprensa. “Ontem à noite estava com medo porque todo mundo tinha ido embora”, contou. “Fui procurar em todos os lugares da casa (onde viviam seus avós). Tentei seguir o rio e me perdi”, disse Sheila.
Tudo começou na quarta-feira, quando seu avô, Dave Klamecki, de 62 anos, levou a menina para dar um passeio de bote pelo Rio Kankakee, nas cercanias de Momence, a cerca de 70 quilômetros ao sul de Chicago.
Ambos pararam para tomar banho e a menina, que tinha bóias nos braços, disse sentir que seu avô a empurrava, aparentemente para tirá-la de uma forte correnteza. Essa região do rio é considerada perigosa.
A menina disse que nadou e se agarrou a um galho, o que permitiu a ela chegar à margem. Seu avô se afogou.
Ambientalistas da província argentina de Entre Ríos iniciaram hoje um novo bloqueio nas três passagens fronteiriças com o Uruguai para protestar contra a instalação de uma papeleira da empresa finlandesa Botnia nesse país.
Os manifestantes prevêem repetir amanhã o bloqueio entre às 16h e às 20h, thumb no momento em que a afluência de turistas entre um país e outro aumenta porque na Argentina o fim de semana será prolongado devido ao fato de segunda-feira ser feriado.
O bloqueio total de hoje será prolongado até às 20h nas passagens localizadas nas cidades argentinas de Concordia, Colón e Gualeguaychú, que se ligam respectivamente com as uruguaias Salto, Paysandu e Fray Bentos, onde a companhia constrói a fábrica de celulose que os vizinhos consideram de risco para o meio ambiente.
As Assembléias Ambientais de Colón e Concordia realizam cortes temporários, mas os manifestantes de Gualeguaychú mantêm o bloqueio “por tempo indeterminado” desde o dia 20 de novembro do ano passado, em rejeição à fábrica que está sendo construindo à beira do rio Uruguai, limite natural entre ambos os países.
A Organização das Nações Unidas (ONU) e a União Africana (UA) estudaram hoje a fundo o futuro envio de uma força de paz à região de Darfur, ask no Sudão, visit web e demonstraram otimismo em relação às negociações para tentar pôr um fim aos confrontos na região.
“Conseguimos as bases necessárias para estabelecer uma cooperação eficaz com um espírito construtivo”, disse em entrevista coletiva em Adis-Abeba o embaixador do Reino Unido na ONU, Emyr Jones Parry.
“O tempo pressiona e devemos assegurar o abastecimento humanitário, o desenvolvimento político e, acima de tudo, a segurança da população de Darfur”, acrescentou.
A reunião foi realizada na capital etíope, sede da União Africana, e contou com a participação de representantes da organização e do Conselho de Segurança da ONU, que visitam vários países da região.
Nas declarações aos jornalistas, os participantes da reunião disseram que o assunto Darfur foi o que mais tempo ocupou nas conversas, apesar de outras crises terem sido discutidas, como a da Somália, mas sem entrar em detalhes.
O conflito de Darfur teve início em fevereiro de 2003 e já matou cerca de 200 mil pessoas. Os milhões de deslocados na região geraram uma grande crise humanitária, com muitas restrições nas operações das agências de ajuda.
A reunião de Adis-Abeba teve como anfitriões Parry, e seu colega da África do Sul, Dumisani Kumalo, e acontece dias depois de o Governo do Sudão ter aceitado o envio de uma força conjunta a Darfur.
A força, de 20 mil militares, será principalmente africana, mas existe a possibilidade de que soldados de outros continentes a integrem.
“Será uma missão de paz clássica, com soldados vindos de diferentes países, majoritariamente africanos e vestindo capacetes azuis, porque o azul é a cor das Nações Unidas”, disse Kumalo.
O presidente sudanês, Omar Al-Bashir, já se opôs no passado à presença de forças de paz não-africanas, mas agora parece ter aceitado a missão conjunta, que será financiada pela ONU e liderada pelos “capacetes azuis”.
Apesar de não ter números sobre o custo da missão, calcula-se que será uma das operações mais caras da história da ONU.
Segundo o embaixador britânico e seu colega sul-africano, os fundos sairão do orçamento das Nações Unidas destinado às missões de paz caso a Assembléia Geral do organismo aprove.
O acordo ainda não foi ratificado totalmente pelo Governo do Sudão, mas os membros do Conselho de Segurança tentarão obter o sim definitivo no domingo, quando visitarão o presidente sudanês em Cartum.
“O que pedimos hoje é a formação de um grupo de trabalho que inclua as três partes envolvidas, a ONU, a UA e o Governo sudanês, para estabelecer um calendário e determinar as responsabilidades de cada um”, disse o embaixador dos Estados Unidos na ONU, Zalmay Khalilzad.
Segundo Kumalo, organizar uma força africana formada por 20 mil homens não é uma tarefa fácil. “Por isso, entramos em contato com outros países. China, Índia e Paquistão acolheram a idéia de maneira positiva”, disse.
Kumalo acrescentou que alguns países europeus desejam ajudar, mas não especificou quais. O embaixador do Reino Unido disse que “ainda restam vários detalhes” para serem analisados, principalmente no aspecto financeiro.