Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:
Execução no Irã
O poder Judiciário iraniano anunciou a execução por enforcamento de um homem condenado pelo assassinato de um voluntário das forças de segurança durante protestos antigovernamentais.
Nas últimas semanas, a República Islâmica realizou múltiplas execuções de opositores e de pessoas envolvidas nos protestos que sacudiram o país em dezembro e janeiro.
Nova ordem de evacuação no Líbano
O exército israelense emitiu novas ordens de evacuação no sul do Líbano, fora da faixa de segurança que suas tropas implementaram ao norte da fronteira entre os dois países.
As ordens afetam mais de uma dezena de cidades, entre elas a de Nabatieh. Após o aviso, a agência estatal de notícias libanesa NNA reportou bombardeios israelenses no sul do Líbano.
Museu da guerra em universidade bombardeada
O Irã quer transformar uma universidade bombardeada no centro do país em “um museu da guerra”, que mostre o impacto dos ataques israelenses e americanos em seu território.
“O lugar devastado será preservado como um museu da guerra dentro da universidade para dar um testemunho da opressão sofrida pelo país ao longo da história”, declarou Zafarollah Kalantari, reitor da Universidade de Tecnologia de Isfahan (centro).
EUA reduzirá “drasticamente” o número de tropas na Alemanha
O presidente americano, Donald Trump, advertiu que prevê reduzir “drasticamente” o número de soldados americanos na Alemanha, após um primeiro anúncio sobre a retirada de 5.000 efetivos.
“Vamos reduzir drasticamente, e vamos cortar muito mais que 5.000”, disse Trump à imprensa de West Palm Beach, na Flórida.
Atualmente, os Estados Unidos dispõem de aproximadamente 36.000 soldados destacados na Alemanha, um país aliado e membro da Otan.
Trump afirma que revisará nova proposta iraniana
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no sábado que revisará, em breve, a nova proposta de paz do Irã, mas duvidou que ela possa ser aceitável para o seu governo.
“Em breve vou revisar o plano que o Irã acaba de nos enviar, mas não consigo imaginar que seja aceitável, visto que ainda não pagaram um preço suficientemente alto pelo que fizeram à Humanidade e ao mundo nos últimos 47 anos”, declarou em uma publicação em sua plataforma, Truth Social.
Pelo menos três mortos em ataques israelenses no Líbano
Israel realizou uma nova série de ataques no sul do Líbano, onde pelo menos três pessoas morreram, segundo a imprensa estatal libanesa.
O Exército afirmou ter atingido “cerca de 70 estruturas militares e desmantelado cerca de 50 posições do Hezbollah em vários setores”.
O Hezbollah, por sua vez, reivindicou vários ataques contra tropas israelenses, afirmando que foram em resposta a “violações” do cessar-fogo.
Convento católico é danificado no Líbano
Uma organização de caridade católica condenou o que qualificou como um “ato deliberado de destruição contra um local de culto” depois que um convento foi danificado por forças israelenses no Líbano.
O Exército israelense confirmou que um “edifício religioso” foi danificado por tropas que operavam na localidade de Yaroun e que “casas situadas em um recinto religioso” foram “danificadas” durante uma operação para “destruir infraestrutura terrorista”.
A organização de caridade católica francesa L’Oeuvre d’Orient afirmou que as tropas “destruíram” um convento pertencente às Irmãs Salvatorianas, uma ordem religiosa greco-católica com a qual é vinculada.
Irã diz que “a bola está no campo dos EUA”
“O Irã apresentou seu plano ao mediador paquistanês com o objetivo de pôr fim de maneira permanente à guerra imposta e agora a bola está no campo dos Estados Unidos, que devem escolher entre a via diplomática ou a continuação da abordagem de confronto”, declarou neste sábado o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi.
“O Irã, com o objetivo de garantir seus interesses e sua segurança nacional, está preparado para ambas as opções”, acrescentou diante de diplomatas em Teerã, segundo a emissora estatal IRIB.
China vai ignorar as sanções dos EUA sobre o Irã
O governo chinês advertiu, no sábado, que não vai acatar as sanções adotadas pelos Estados Unidos contra cinco empresas chinesas, acusadas de comprar petróleo do Irã, de onde o gigante asiático importa grande parte de seu petróleo bruto.
Agence France-Presse