Segundo informa hoje a agência oficial de notícias “Xinhua”, as autoridades decidiram aplicar castigos modelo aos responsáveis de ataques que produziram uma nova onda de protestos maciços desde quarta-feira passada, nas quais morreram pelo menos 4 pessoas e outras 14 foram hospitalizadas.
Aqueles que tenham divulgado falsa informação ou rumores sobre ataques com seringas serão também detidos ou presos.
Além disso, as autoridades desta região, habitada há séculos por esta etnia de origem turca e religião muçulmana, mas aonde nos últimos anos se deslocaram milhões de colonos chineses, decidiram mobilizar mais de sete mil funcionários com uma missão “armonizadora”: aliviar o pânico e as tensões.
Desde julho, as ruas de Urumqi estão tomadas pelas forças militares chinesas, e as vias de acesso aos bairros uigures estão bloqueadas como medida preventiva para evitar linchamentos.