A Presidência sueca da União Europeia (UE) lamentou hoje que as eleições em Honduras, no domingo, tenham sido realizadas sob “circunstâncias anormais” devido a fato de o acordo Tegucigalpa-San José não ter sido aplicado em sua totalidade.
Uma declaração emitida pela Presidência rotativa do bloco considera que o pleito foi “um passo importante” para a solução da crise, mas assegura que aguarda o resultado das deliberações do Congresso hondurenho, que serão divulgadas na quarta-feira.
O texto lamenta que as eleições tenham acontecido sob “circunstâncias anormais”, já que o acordo Tegucigalpa-San José, pactuado no dia 30 de outubro, “não foi aplicado completamente antes do pleito”.
A Presidência da UE reitera sua “condenação” do golpe de Estado de junho, que destituiu o presidente Manuel Zelaya, e pede a todas as partes que assumam sua responsabilidade e empreendam um diálogo rumo à reconciliação nacional e à restauração da ordem constitucional no país.