A Presidência sueca da União Europeia (UE) mostrou hoje preocupação com o julgamento realizado no Irã e advertiu a Teerã que uma ação contra um Estado membro – seus cidadãos ou pessoal de suas embaixadas – “é considerada uma ação contra todo o bloco europeu, e assim será tratada”.
A segunda audiência do processo contra mais de 100 pessoas acusadas de instigar e participar dos protestos após a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad como presidente se concentrou em supostos agentes estrangeiros, entre eles a cidadã francesa Clotilde Reiss e dois iranianos empregados nas delegações diplomáticas francesa e britânica.
Segundo a Procuradoria, os três teriam colaborado com embaixadas estrangeiras em um plano para derrubar a República Islâmica.
Em comunicado, a Presidência sueca da UE mostrou sua preocupação com o caso e disse que o acompanhará muito de perto, e pedirá a pronta libertação das pessoas envolvidas.
“Uma ação contra um Estado membro – seus cidadãos ou pessoal diplomático – é considerada uma ação contra toda a UE, e assim será tratada”, afirma o comunicado. EFE