O Conselho Supremo Eleitoral da Turquia (YSK) decidiu hoje que não há motivos para suspender ou atrasar o plebiscito previsto para o próximo domingo sobre o pacote de reformas eleitorais aprovado anteriormente pelo Governo, pharmacy informou a cadeia de notícias “NTV”.
As reformas contemplam a eleição por voto universal do presidente da República, buy information pills em substituição ao atual sistema parlamentar.
No entanto, por ter sido aprovada pelo Governo antes da escolha do atual presidente, Abdullah Gül, a lei explicitava que a eleição popular seria utilizada para escolher o 11º líder do país, cargo que já é ocupado pelo atual chefe Estado.
Para evitar problemas legais, o Parlamento aprovou ontem uma modificação no texto do plebiscito para que a eleição de Gül como chefe de estado não seja afetada.
Esta solução de última hora despertou a ira da principal legenda da oposição, o Partido Republicano do Povo (CHP), que reivindicou a suspensão da consulta.
Mas o YSK se posicionou contra esta reivindicação e o plebiscito acontecerá, como estava previsto, no próximo dia 21.
Os turcos também votarão sobre a redução de sete para cinco anos do mandato presidencial, renovável por um novo período, e de cinco para quatro as legislaturas parlamentares.
Além disso, será votada a proposta para modificar o quorum parlamentar necessário para algumas decisões, reduzindo-o de 367 para 128 deputados.
Segundo recentes pesquisas de opinião pública, a maior parte dos cidadãos não tem conhecimento do conteúdo do plebiscito ou não demonstrou interesse por ele, por isso se espera uma participação pouco numerosa.