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Tsunami mata 38 em praia turística da Indonésia

Arquivo Geral

17/07/2006 0h00

Israel bombardeou o prédio do Ministério das Relações Exteriores Palestino em Gaza agora há pouco, this click já durante a madrugada de segunda-feira. A explosão destruiu completamente o prédio e atingiu residências próximas, cheap stuff deixando vários feridos.

Os israelenses também atacaram o porto da cidade libanesa de Tripoli. Não há ainda notícias de feridos.

Sete canadenses foram mortos ontem, information pills  no Líbano, e outros três ficaram feridos quando uma casa foi atingida no sul do país. A informação foi confirmada por uma porta-voz do Ministério das Relações Exteriores.

As mortes ocorreram quando aviões israelenses atacaram o Líbano pelo quinto dia seguido.

Anteriormente, o ministro das Relações Exteriores do Canadá, Peter MacKay, afirmou que oito canadenses haviam morrido e que seis estavam gravemente feridos.

A porta-voz disse, no entanto, que o número de vítimas fatais foi corrigo após um trabalho de diplomatas no Líbano e no Canadá.

Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, dosage George W. Bush, stomach pediram hoje um aumento nos esforços para romper o impasse nas negociações rumo a um pacto de comércio global.

Lula advertiu, no início de uma reunião com Bush, que os negociadores estão ficando sem opções. "Estou convencido que agora é o momento para tomarmos uma decisão política", disse o presidente. Segundo ele, os negociadores "não têm nenhuma carta escondida na manga", portanto é vital que os líderes se envolvam.

A rodada de Doha, que atualmente está paralisada, estava no topo da agenda do último dia da cúpula do Grupo dos Oito (G8). Ontem, os líderes instruíram seus negociadores para que tentassem finalizar a estrutura de uma proposta para o pacto.

"Estamos comprometidos com uma rodada de Doha de sucesso", garantiu Bush, acrescentando que esperava discutir com Lula modos de levar adiante as negociações.

As tarifas e os subsídios agrícolas ainda são os principais obstáculos para as tentativas de se chegar a um acordo. Se o impasse não tiver fim nas próximas semanas, há um risco de que toda a rodada seja colocada na geladeira por vários anos, segundo especialistas.

 

Atualizada às 12h53 

Um tsunami provocado por um forte terremoto marítimo que atingiu costa sul da ilha de Java, link Indonésia, hoje, deixou pelo menos 38 pessoas mortas em um praia turística da região, disse uma autoridade local.

Segundo o vereador Rudi Supriatna Bahro, que falou à Metro TV, da Indonésia, o número de mortos pode aumentar à medida que as equipes de resgate procuram entre os destroços deixados pelo tsunami.

Não há relatos sobre vítimas ou danos em outros locais do país.

A busca por vítimas ainda continua, afirmou o presidente indonésio, Susilo Bambang Yudhoyono. Segundo ele, que havia se pronunciado mais cedo, as informações davam conta da morte de apenas cinco pessoas.

"Houve um terremoto que foi seguido por um tsunami na costa sul de Ciamis (Província de Ciamis)", disse Yudhoyono. "Recebi informações de que cinco pessoas foram mortas e de que continuam as buscas pelas pessoas, provavelmente levadas pelas ondas do tsunami", acrescentou.

Um alerta de tsunami na costa sul de Java e perto da ilha Christmas, no sul do arquipélago indonésio, foi divulgado pelo Centro de Alerta para Tsunamis no Pacífico, um órgão dos EUA. A polícia de Christmas, pertencente à Austrália, afirmou não ter registrado danos na ilha.

A Índia também divulgou um alerta para as ilhas Andaman e Nicobar, atingidas duramente pelo tsunami do fim de 2004, mas autoridades afirmaram não ter havido nenhum perigo real nesses locais.

As Maldivas, uma cadeia de ilhas localizada no sudoeste da Índia, também emitiram um alerta.

Um grande terremoto ocorrido em dezembro de 2004 detonou um tsunami que matou ou deixou desaparecidas 170 mil pessoas na Província de Aceh, na Indonésia.

Outras dezenas de milhares de pessoas morreram em outras localidades, a maior parte delas no Sri Lanka, na Índia e na Tailândia.

Hoje, um policial da praia de Pangandaran, perto da cidade de Ciamis (270 quilômetros a sudeste de Jacarta), afirmou ao canal Metro TV que seis mortes tinham sido registradas e que o total de vítimas fatais poderia ser ainda maior.

"A situação é caótica. As construções da costa sul foram danificadas. Apenas as construções permanentes ficaram de pé", disse um policial, chamado Agus.

A área é um importante pólo turístico, conta com várias pousadas na praia e fica perto de uma reserva natural.

As ondas destruíram os chalés e quiosques de madeira montados em praias banhadas pelo Oceano Índico, contaram testemunhas a meios de comunicação locais.

"Acho que haverá muitas mortes porque as pessoas foram, provavelmente, soterradas pelos destroços. A estrada que leva ao local do desastre está coberta de materiais trazidos pelas ondas", acrescentou o policial.

"Ficamos em pânico e todo mundo começou a correr. Um vilarejo quase inteiro foi inundado. Todas as pessoas correram para as montanhas", relatou um morador da área à Metro TV.

Segundo uma mulher, em declarações dadas à Rádio Elshinta, as ondas avançaram vários metros para dentro da terra firme na praia de Pangandaran.

Hendri Subakti, chefe do centro de terremotos de Java Ocidental, disse que as ondas tinham no máximo 1,5 metro de altura.

Em meio a rumores sobre um outro terremoto, algumas pessoas continuavam correndo das águas horas depois.

O Centro de Alerta para Tsunamis no Pacífico afirmou que o terremoto aconteceu às 5h19 (horário de Brasília), com uma força de 7,2 graus na escala Richter.

A agência indonésia de meteorologia e geofísica havia calculado em 5,5 a magnitude do tremor, mas alterou esse valor, mais tarde, para 6,8. Segundo essa agência, dois abalos consecutivos foram registrados.

Uma autoridade do país disse que a principal operadora de telefonia fixa da Indonésia, a Telkom, havia constatado uma queda das linhas de telefone na região.

Alguns moradores de Jacarta sentiram o terremoto, cujo epicentro ficou 40 quilômetros debaixo do Oceano Índico e a 180 quilômetros da praia de Pangandaran.

Os abalos sísmicos são freqüentes na Indonésia, o quarto país mais populoso do mundo. Em maio, um terremoto ocorrido perto da cidade de Yogyakarta, região central de Java, matou mais de 5,7 mil pessoas.

As mais de 17 mil ilhas do país espalham-se por uma área de intensa atividade sísmica e vulcânica, no chamado Círculo de Fogo do Pacífico.

A empresa petrolífera estatal Pertamina afirmou que a sua refinaria de Cilacap, com uma produção de 348 mil barris de petróleo por dia, não havia sido afetada.

"A refinaria está funcionando normalmente. Houve ondas grandes, mas a água já baixou", disse um funcionário da empresa.

 

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