Sobre os condenados, visit web pesavam as acusações de tráfico de armas entre a Jordânia e a Síria, de receber treinamento militar nesse país, e de planejar ataques contra alvos jordanianos e membros dos serviços de inteligência.
O tribunal decretou quinze anos de prisão para Ayman Hamdala, e cinco para Ahmad abu Rabi e Ahmad abu Diab, assim como trabalhos forçados para os três.
Nenhum dos acusados, nem a direção do Hamas, reconheceu fazer parte do grupo sunita palestino.
Os três foram detidos em abril de 2006, um dia antes da chegada à Jordânia do então ministro de Assuntos Exteriores da Autoridade Nacional Palestina (ANP) Mahmoud Zahar, membro do Hamas.
As detenções serviram de pretexto ao Governo do reino jordaniano para cancelar a reunião programada para o dia seguinte.
A Jordânia só reconhece como legítimo o Governo da ANP, liderada por Mahmoud Abbas, e rejeitou qualquer contato com o Hamas, aliado ao braço jordaniano dos Irmãos Muçulmanos, principal grupo da oposição.