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Mundo

Três imigrantes, inclusive um brasileiro, morreram em prisões nos EUA

Arquivo Geral

15/08/2007 0h00

Três imigrantes em um mês morreram enquanto estavam presos pelo Governo dos Estados Unidos, approved entre eles o brasileiro Edmar Alves Araújo, what is ed informou na edição de hoje o jornal “The Washington Post”.

Pelo menos 62 pessoas morreram desde 2004 enquanto estavam presas em instalações da Polícia de Imigração e Alfândegas (ICE, viagra order na sigla em inglês), de acordo com funcionários que o jornal cita, mas não identifica.

As mortes “encorajaram queixas contra um tratamento médico deficiente” para os imigrantes presos, por parte de ativistas defensores de direitos civis.

Os três imigrantes que morreram recentemente nestas condições foram o brasileiro Edmar Alves Araújo, de 34 anos, e as mexicanas Rosa Isela Contreras Domínguez, de 38 anos; Victoria Arellano, de 23 anos, segundo o “Washington Post”.

Araújo, “cuja família implorou às autoridades para que dessem remédios contra os ataques epilépticos”, foi preso por uma infração leve de trânsito em Rhode Island. Segundo o jornal, o brasileiro “morreu pouco após ser preso em 7 de agosto”.

“A irmã dele, Irene, disse que tentou entregar os remédios para epilepsia em Woonsocket, Rhode Island”, mas a Polícia se negou a aceitá-los. O “Washington Post” afirma que a mexicana Domínguez, que estava grávida de sete meses quando morreu em uma prisão de El Paso (Texas), tinha visto de residência no país.

A mexicana “morreu quase uma semana após ser detida pelo ICE em 1º de agosto. Ela fora capturada para deportação depois que cumpriu uma sentença de prisão de 18 meses por tráfico de 29 quilos de maconha nos Estados Unidos”.

O porta-voz do ICE, Marc Raimondi, disse ao “Washington Post” que Domínguez foi levada a uma sala de emergência imediatamente depois que o departamento médico foi notificado de que ela apresentava um coágulo de sangue. “Mais tarde, depois que se queixou de dor em uma perna, foi levada ao hospital, onde morreu”, acrescentou o jornal.

O “Washington Post” também cita o caso de Victoria Arellano, que tinha o vírus da Aids e “cuja condição se deteriorou” em San Pedro (Califórnia).

Arellano, que tinha mudado de sexo, foi presa em maio após entrar ilegalmente no país pela segunda vez, e teve seu tratamento interrompido. “Enquanto vomitava sangue outros detentos cuidaram dela em vão. Eventualmente foi levada a um hospital de San Pedro e morreu algemada a uma cama, segundo um advogado da família”, disse o jornal.

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