Três palestinos foram feridos à bala, clinic um deles gravemente, approved e dezenas acabaram com contusões, capsule em um grande tumulto que aconteceu hoje na Universidade A-Najah de Nablus, onde as forças de segurança abriram fogo contra os estudantes.
Testemunhas relataram que estudantes identificados com os movimentos islâmico Hamas e com o nacionalista Fatah se enfrentaram aos socos e pontapés na sede da universidade, em uma batalha campal que culminou com o lançamento de cadeiras, objetos de metal e pedaços de madeira.
Vigias da universidade e agentes da ordem da Autoridade Nacional Palestina (ANP) dispararam para o ar para tentar separar as centenas de estudantes, disseram fontes da segurança palestina. Fontes do hospital informaram que pelo menos três estudantes ficaram feridos à bala, um deles ferido gravemente por uma bala na cabeça.
Em comunicado divulgado à imprensa, e divulgado pela agência palestina Maan, a universidade explica que o confronto começou quando ativistas do Fatah tentaram impedir que seus colegas do Hamas distribuíssem panfletos sobre as detenções ontem à noite de vários estudantes islâmicos pelo Exército israelense.
“O grupo islâmico imprimiu panfletos detalhando a detenção de alguns de seus membros pelas forças israelenses, e esta foi a razão pela qual os membros da Shabiba intervieram (braço juvenil do Fatah)”, diz o comunicado. Desde que o Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza, a ANP proibiu qualquer atividade política dos islamitas na Cisjordânia. Conseqüentemente, a universidade impede concentrações de natureza política em suas instalações.
Segundo a instituição de ensino, os militantes nacionalistas tentaram fazer com que a lei fosse cumprida, o que terminou em uma explosão de violência e a entrada de forças da ordem a pedido da instituição.
Em resposta aos confrontos, os mais violentos entre Hamas e Fatah desde os eventos em Gaza no mês passado, a direção da universidade suspendeu as aulas durante uma semana, “até que os ânimos se acalmem”.
Igualmente, a instituição acusou os estudantes islâmicos de provocar o enfrentamento mediante “a violação das leis universitárias, que proíbem qualquer atividade política por parte dos estudantes”.