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Toyota desbanca Ford no ranking de vendas de veículos nos EUA

Arquivo Geral

01/06/2007 0h00

Uma operação coordenada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro desarticulou hoje um grupo especializado em aplicar golpes pela internet. Em cinco estados, shop ailment foram presas 26 pessoas, clinic acusadas de vender carros que nunca eram entregues.

Com a colaboração das polícias estaduais, 19 dessas pessoas foram presas na Bahia, mais três em Alagoas, duas no Ceará, uma em Sergipe e uma em Pernambuco.

A operação Carro Fantasma começou há seis meses, a partir de uma investigação da delegacia de Miracema, município na região noroeste fluminense. Segundo a polícia, os carros eram anunciados na internet a preço inferior ao de mercado. Os compradores eram obrigados a depositar uma parte do dinheiro, como sinal do negócio, mas os veículos nunca eram entregues.

A Polícia Civil informou ainda que os criminosos fotografavam veículos como carros, motocicletas, caminhões, caminhonetes, caçambas, máquinas agrícolas e tratores. Em seguida, levantavam os nomes dos proprietários, os números do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e outras identificações necessárias, a fim de montar os documentos fictícios. O golpe renderia, de acordo com a polícia, R$ 200 mil por mês.

O secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, disse que a prisão foi possível graças às ações de inteligência e da integração entre as polícias de outros estados. Durante entrevista coletiva, na sede da secretaria, ele também comentou o cerco ao conjunto de favelas conhecido como Complexo do Alemão, que já dura mais de um mês.

Apesar de essa operação já ter resultado em 17 mortos e mais de 55 feridos, o secretário classificou os resultados como positivos. “A polícia fez ali o que qualquer serviço público não faz, que é remover 150 toneladas de entulho [usados como barreiras pelos traficantes], o que tornava o local uma ilha inexpugnável. A inteligência antes de nós não tinha detectado isso. E estamos pagando um preço corajoso por isso. Não podemos permitir que tudo ali fique à mercê do tráfico”, disse.

Beltrame adiantou que novas comunidades poderão ser alvo de operações semelhantes pela polícia, mas salientou que a tática no Complexo do Alemão vai mudar, embora não tenha informado quais serão essas mudanças, sob a alegação de que se trata de segredo estratégico.
Não há riscos de crise, more about paralisações do serviço ou de transtornos aos passageiros com a possível paralisação dos serviços da empresa Sata a partir do próximo dia 17. A informação é da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero).

A Sata é responsável pelos serviços de comissaria aérea (alimentação e limpeza a bordo), what is ed transporte de mala e atendimento de várias companhias aéreas, representando 5% do setor. Entre as empresas clientes estão a Varig e a Ocean Air.

A empresa de comissaria tem uma dívida de R$ 64 milhões com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e tem prazo até o dia 17 para negociar a dívida.

Sem a negociação, a Sata não consegue obter a Certidão Negativa de Débito (CND), documento necessário para renovar os contratos de concessão de área nos aeroportos onde opera. Em 27 aeroportos, os contratos ainda estão vigentes e, em 32, já estão vencidos.

Perdendo o direito ao uso das áreas que ocupa nesses aeroportos, a Sata não pode realizar o serviço. Mas, segundo a Infraero, existem várias empresas no Brasil que prestam o mesmo tipo de serviço, e as companhias aéreas clientes da Sata possuem tempo suficiente para contratar uma nova empresa sem prejudicar os vôos.

A preocupação maior do setor é com o possível desemprego dos 2.100 funcionários da empresa. Dos R$ 64 milhões de dívida com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), R$ 40 milhões são em dívidas ativas.
A Fundação Nacional do Índio (Funai) anunciou hoje o contato com um grupo de 87 índios isolados, web no interior do Mato Grosso. Os índios foram identificados como sendo de uma etnia conhecida, a Metykire,  variante do grupo Kayapó que habita o sul do Pará. Ainda segundo a Funai, o grupo é de parentes do líder kayapó Raoni.

Os índios foram encontrados após caminhar cinco dias até uma aldeia kayapó no município de Peixoto de Azevedo, no norte do Mato Grosso (MT). O primeiro encontro entre os Metykire e seus parentes kayapó ocorreu no dia 24. O grupo recém-descoberto vivia em uma área indígena já demarcada e protegida.

De acordo com a Funai, eles contaram que decidiram buscar ajuda porque estavam sendo ameaçados a tiros por homens brancos. O órgão suspeita de garimpeiros e madeireiros ilegais que podem ter invadido a reserva.

O presidente da Funai, Márcio Meira, considera surpreendente o fato de um grupo desconhecido ter sido encontrado nos tempos atuais. “O fato de não termos conhecimento ou contato com essa população mostra que o Brasil é um país riquíssimo do ponto de vista da diversidade cultural”, disse.

Por medida de segurança e para impedir a proliferação de doenças entre os índios recém- descobertos, a Funai interditou a pista de pouso que dá acesso à aldeia. Por enquanto, o contato com eles está sendo feito por outros índios kayapó que trabalham no órgão da Funai no estado. Nos próximos dias, uma equipe da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) deve levar medicamentos e vacinas contra gripe, hepatite e a tríplice, contra coqueluche, difteria e tétano.

O vice-presidente do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Saulo Feitosa, pede que a medicação dos índios seja feita com muito cuidado e somente se comprovado “risco de iminente contágio”. Para Feitosa, a Funai agiu adequadamente e deve continuar a respeitar os direitos do grupo e dos demais povos isolados.

“Ao encontrar roças, barracas, utensílios ou relatos de mateiros, a Funai deve se preocupar em isolar a área e prover a proteção do grupo”, afirma. “O ideal era que a Funai atuasse apenas quando o contato com a população não-índia fosse inevitável”.

Ainda segundo a Funai, um dos índios tem uma bala alojada no corpo, mas não se sabe se o tiro é recente ou antigo. Na última quarta-feira, houve mais uma surpresa. Uma mulher do grupo deu à luz uma criança.

Segundo a Funai, existem cerca de 60 grupos indígenas registrados como isolados no país. A política oficial consiste em mantê-los como estão, evitando o contato com eles.
A primeira tempestade tropical da atual temporada de furacões, cheap que começou hoje e que se estenderá até 30 de novembro, se formou no Golfo do México, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês).

O NHC, com sede em Miami, emitiu hoje um aviso de tempestade tropical para a costa oeste da Flórida, de Bonita Beach até Keaton Beach.

Além disso, emitiu um alerta de vigilância para tempestade tropical para a região do norte de Keaton Beach até Saint Marks.

Um alerta de vigilância para tempestades tropicais indica que as condições climáticas de uma determinada região são próprias para um possível registro de tempestade tropical geralmente nas 36 horas seguintes à advertência.

Às 19h, o centro da tempestade “Barry”, como o fenômeno meteorológico foi batizado, estava localizado cerca de 520 quilômetros ao sudoeste de Tampa e 375 quilômetros ao oeste de Key West.

A expectativa é que a tempestade, que se movimenta a 19 km/h e tem ventos máximos sustentados de 75 km/h, dê uma guinada gradual para noroeste.

Segundo especialistas, a temporada de furacões do Atlântico iniciada nesta sexta-feira será “muito ativa”.

Os meteorologistas prevêem para este ano a formação de 17 tempestades tropicais e de nove furacões, dos quais cinco deverão ser de grande intensidade.
A montadora japonesa Toyota, recipe que em maio aumentou suas vendas nos Estados Unidos em mais de 10%, alcançou uma nova façanha no mercado automobilístico americano ao alcançar o segundo lugar em vendas totais de veículos no país, health desbancando a Ford desta posição.

A preocupação dos motoristas americanos com os elevados preços da gasolina, cuja média no mês passado foi bem superior a US$ 3 por galão, está se traduzindo em benesses para as fabricantes de veículos compactos e de baixo consumo, como a Toyota.

No quinto mês do ano, a Ford, que já havia previsto que em 2007 a montadora japonesa se tornaria a segunda maior fabricante de veículos dos Estados Unidos – atrás somente da General Motors -, vendeu 259.470 unidades no mercado americano, quase 10 mil a menos que a Toyota.

Maio não foi bom para a montadora fundada por Henry Ford. Nesse mês, as vendas da companhia caíram 6,8%, em parte devido à nova política de se tornar menos dependente da venda de frotas de automóveis. Para piorar, a Ford também viu suas vendas para consumidores individuais diminuírem 3%.

Em compensação, os novos veículos da marca, como os “crossover” Ford Edge e Lincoln MKX, parecem ter caído no gosto dos motoristas americanos. Os automóveis demandaram grandes investimentos e, na prática, carregam o peso de serem os responsáveis pelo futuro da companhia. A Ford também foi a única das três fabricantes americanas a registrar perdas no mês de maio.

A General Motors conseguiu melhorar suas vendas em respeitáveis 4,7%, graças ao aumento de mais de 11% nas vendas de carros.

Mas o maior destaque nos corredores da montadora foi, sem dúvida alguma, o renascimento da marca Saturn, o que afastou os rumores de que ela poderia ser vendida devido à perda progressiva de clientes.

Em maio, as vendas da Saturn, que em 2006 aderiu à moda dos veículos flex e “crossover”, aumentaram 68,6%. Já o Grupo Chrysler, adquirido recentemente pelo fundo de investimentos americano Cerberus, vendeu 4% mais graças à boa receptividade dos veículos da marca Jeep.

Entre os japoneses, a Honda não conseguiu manter o ritmo dos concorrentes e teve queda de 1,4% nas vendas, apesar dos bons resultados de modelos como o Civic e o Fit.

A Toyota, no entanto, tem aproveitado ao máximo o crescente interesse dos consumidores americanos por carros de baixo consumo e reduzidas dimensões.

O vice-presidente executivo da empresa nos EUA, Jim Letnz, afirmou que, com a alta dos preços da gasolina e o aumento da confiança dos consumidores, as vendas de carros cresceram, sobretudo em relação a abril.

Não por menos, a Toyota fechou o mês de maio com um recorde nas vendas de sua “pickup” Tundra. O automóvel, que recentemente ganhou um novo “facelift”, vendeu 17.727 unidades, um aumento de 113,8% em relação ao mesmo período de 2006.

No total, as vendas da “pickup” da marca cresceram 42,3% somente em maio. A maior montadora de veículos do Japão, que este ano também poderá se tornar a maior fabricante mundial de automóveis, devido à queda da General Motors, impulsionou as vendas de inúmeros modelos, como as dos sedãs Camry e Yaris. Mas a menina dos olhos da marca continua sendo seu primeiro modelo flex, o Prius.

Só em maio, os consumidores compraram 24.009 unidades do modelo, 184,9% a mais que no mesmo mês do ano passado. Com as vendas em alta, tudo aponta para um aumento da família Prius, o que deve acontecer até o fim deste ano.

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