Menu
Mundo

Tempestade tropical "Nate" lança alerta no oceano Atlântico

Arquivo Geral

07/09/2011 20h37

A nova tempestade tropical “Nate” se formou nesta quarta-feira no Atlântico, próximo do México, somando em três os sistemas com ventos superiores aos 65 km/h que permanecem ativos nesse oceano, entre eles um furacão de categoria 1.

 

O Centro Nacional de Furacões (NHC) dos EUA informou em seu boletim das 18h (horário de Brasília) que a tempestade recém-nascida se chama “Nate” e ameaça atingir o México, já que se encontra a 200 quilômetros ao oeste da baía de Campeche e 305 quilômetros ao nordeste de Coatzacoalcos.

 

Seus ventos máximos sustentados são de 75 km/h e avança cerca de 4 km/h em direção sudeste (110 graus). Por isso, o Governo do México emitiu um alerta para a costa de Chilitepec até Celestún perante a possibilidade que os efeitos de “Nate” sejam notificados nas próximas 12 horas, nas quais está previsto que deixe fortes chuvas, especialmente nos estados de Campeche, Tabasco e o sul de Veracruz.

 

O NHC prevê um leve fortalecimento deste sistema nas próximas 48 horas e, inclusive, adverte que poderia alcançar a categoria de furacão (mais de 120 km/h) por volta de sexta-feira.

 

Esta tempestade tropical se soma a “Katia”, um sistema com ventos de 130 km/h que já estava ativo no Atlântico, embora nos últimos dias perdeu força até se tornar furacão de categoria 1.

 

Está previsto que nas próximas horas passe entre a costa leste dos Estados Unidos e as Bermudas, onde há vigente um alerta, e que chegue acompanhado de uma forte onda que pode ser muito perigosa.

 

Esta frente avança a 17 km/h e espera-se que nas próximas horas gire rumo ao norte-noroeste, depois para norte e mais tarde em direção ao norte-nordeste, ao tempo que ganha algo de velocidade entre quinta-feira e sexta-feira.

 

A terceira tempestade tropical ativa neste momento no Atlântico é “Maria”, com ventos máximos sustentados de 85 km/h. Se encontra a 1.935 quilômetros ao leste das ilhas de Sotavento e avança em direção ao oeste sem que se espere um fortalecimento significativo nem suponha por enquanto ameaça alguma para zonas litorâneas.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado