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Tempestade tropical Félix ganha força e ameaça o Caribe

Arquivo Geral

01/09/2007 0h00

A sexta depressão tropical da temporada de furacões na bacia atlântica se transformou hoje na tempestade Félix no leste do Caribe e poderia virar um furacão de pequena intensidade na segunda-feira, nurse informou hoje o Centro Nacional de Furacões (NHC, information pills na sigla em inglês) dos Estados Unidos. Félix continua, physician por enquanto, uma trajetória oeste-noroeste em direção ao norte de Honduras.

O olho da tempestade estava às 9h (de Brasília) de hoje perto da latitude 12,4 graus norte e da longitude 62.8 graus oeste, cerca de 120 quilômetros a oeste-noroeste da ilha de Granada.

O fenômeno meteorológico se desloca para oeste a cerca de 30 km/h e, segundo as projeções do NHC, com sede em Miami, espera-se que mantenha a trajetória nas próximas 24 horas e se afaste das ilhas de Barlavento, ao sul.

Félix estará passando próximo ou ao norte das ilhas de Aruba, Bonaire e Curaçao na noite de hoje ou nas primeiras horas de domingo.

Os ventos máximos sustentados aumentaram e agora estão em cerca de 75 km/h com rajadas mais fortes e tendem a se intensificar nas próximas 24 horas.

Um aviso de tempestade tropical foi enviado para as ilhas de Aruba, Bonaire, Curaçao e Granada, o que significa que a previsão é de que a tempestade tropical chegue a essa área nas próximas 24 horas.

Está mantida uma vigilância de tempestade tropical para a costa norte da Venezuela de Cumana até Pedernales incluindo a Ilha Margarita.

Nesta temporada, que começou em 1º de junho e acaba em 30 de novembro, se formaram cinco tempestades tropicais, “Andrea”, “Barry”, “Chantal”, “Dean” e “Erin”, das quais “Dean” se transformou no primeiro furacão de 2007.

Caso se confirmem os prognósticos do NHC, “Félix” se transformará em furacão e poderá alcançar uma intensidade de 1 ou 2 na escala Saffir-Simpson, com o máximo de cinco.

O professor de Ciências Atmosféricas da Universidade do Colorado (Estados Unidos), William Gray, previu em agosto a formação de 15 tempestades e oito ciclones, dos quais quatro seriam intensos.

Meteorologistas da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês) dos Estados Unidos, com sede em Washington, prevêem a formação de entre sete e nove furacões. Desses, três a cinco poderiam derivar em ciclones de grande intensidade (categoria 3, 4 ou 5, as maiores na escala Saffir-Simpson).

A temporada de furacões na bacia atlântica, que entre agosto e outubro entra em sua fase mais aguda, terá uma atividade ciclônica superior ao normal, segundo Gray, embora não será “hiperativa” como a registrada em 1995, 2004 e 2005.

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