Os Estados Unidos estão prontos para fechar um acordo que reduza subsídios e tarifas agrícolas se a União Européia, visit this ampoule a Índia e outros países forem mais flexíveis nas negociações sobre o comércio mundial. A afirmação foi feita ontem pela negociadora-chefe dos EUA.
"(O presidente norte-americano George W. Bush) nos deu algumas instruções muito boas, muito claras do que precisamos levar para casa e pelo que estamos dispostos a pagar", disse a representante comercial dos EUA, Susan Schwab aos repórteres. Ela acaba de voltar das negociações de cúpula do G8 em São Petersburgo.
Segundo ela, Bush e a maioria dos demais líderes que participaram das conversas em São Petersburgo "estavam extremamente interessados em chegar a uma conclusão bem sucedida da Rodada Doha (de negociações sobre o comércio mundial) num futuro próximo".
Schwab acrescentou que os líderes "prometeram dar a seus negociadores comerciais, seus ministros do comércio, a flexibilidade para que se alcance um bom acordo até o fim deste ano".
Ela afirmou que os EUA estão preparados para reduzir os subsídios agrícolas. Porém, precisam de um sinal da União Européia e de países em desenvolvimento avançado de que eles reduzirão suas tarifas o bastante para gerar novos fluxos comerciais.
"O presidente Bush indicou que os EUA vão ser mais flexíveis no apoio doméstico quando enxergarem mais flexibilidade e acesso aos mercados de nossos parceiros comerciais", disse Schwab.
Soldados israelenses entraram em choque com combatentes do Hezbollah no lado libanês da fronteira hoje. A televisão Al Arabiya informou que dois militares foram mortos e que outros dois ficaram feridos.
Médicos israelenses confirmaram anteriormente que dois soldados ficaram feridos no confronto. O Exército israelense não comentou a troca de tiros e a TV Al Arabiya, check baseada no Dubai, não entrou em detalhes.
A tempestade tropical Beryl está se movendo em direção norte e a costa da Carolina do Norte permanece sob alerta.
O centro da tempestade, drug que se formou ontem, thumb estava a cerca de 175 quilômetros a sudeste do cabo Hatteras, na Carolina do Norte, às 5h (hora local). Um alerta foi emitido do norte do cabo Lookout ao sul da praia de Currituck, segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA.
O fenômeno movia-se com velocidade de 11 quilômetros por hora, e os ventos eram de 65 quilômetros por hora.
A Beryl, segunda tempestade tropical da temporada de furacões do Atlântico, não foi considerada uma ameaça a instalações de petróleo e gás no golfo do México.
A primeira tempestade da temporada, a Alberto, passou sem causar danos pela costa da Flórida no dia 13 de junho, trazendo fortes chuvas mas poucos danos e nenhuma morte.
Os meteorologistas esperam uma temporada ativa entre 1º de junho e 30 de novembro, com até 17 fenômenos desse tipo.
Para especialistas, o Atlântico entrou em um período de atividade maior de furacões, que deve durar décadas. Mas climatologistas acham cada vez mais provas de que o aquecimento global pode estar aumentando a força das tempestades, com sérias implicações para as indústrias de energia e de seguros, e para as pessoas que habitam as centenas de quilômetros de costas vulneráveis dos EUA.