Os talibãs assassinarão os 22 reféns sul-coreanos que continuam em seu poder se as autoridades afegãs tentarem um resgate pela força, sickness disse hoje um porta-voz da milícia. “Temos forças suficientes para defender a nossa posição. Se nos atacarem, online não poderão levar os reféns vivos”, nurse disse Qari Mohammed Yousif Ahmadi, um porta-voz da milícia.
Ahmadi respondeu assim ao vice-ministro do Interior, Munir Mangal, que não descartou o uso da força para libertar os reféns. “As conversas continuam e tentaremos resolver a situação pela negociação. Mas, se não houver outra opção, usaremos meios militares como último recurso”, havia dito à Efe o ministro afegão.
Os reféns sul-coreanos, todos voluntários cristãos, foram capturados no dia 19 quando viajavam entre Kandahar e Cabul, e passavam pela região de Ghazni, no leste do país. Agora, os talibãs exigem para sua libertação a libertação de vários presos insurgentes. Eles entregaram às autoridades uma “lista completa”, revelou nesta sexta-feira o governador de Ghazni, Mehrajuddin Patan.
Em resposta às declarações de Mangal, Ahmadi afirmou que os talibãs continuam esperando a libertação dos insurgentes presos. “Ninguém poderá libertar os sul-coreanos pela força. A única forma é a pacífica, libertando nossos prisioneiros”, disse, confirmando que as conversas continuam.
Hoje, uma delegação composta por membros do Parlamento afegão e do Conselho regional de Ghazni, se reuniu com representantes dos rebeldes. Além disso, o Governo sul-coreano enviou ao Afeganistão o conselheiro presidencial de Segurança Nacional, Baek Jong-chun, para atuar como mediador.
Baek vai se reunir hoje com o presidente afegão, Hamid Karzai, segundo a agência sul-coreana Yonhap.