O presidente taiuanês, buy Chen Shui-bian, visit this rebateu hoje as críticas da secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, ao plebiscito sobre o ingresso da ilha nas Nações Unidas sob o nome de Taiwan.
Chen disse que as palavras de Rice, que chamou o plebiscito de “provocativo” e comentou que ele “intensificava” a tensão” no estreito de Formosa, não correspondem à realidade.
O presidente taiuanês acusou a China de estar provocando ao estreitar o cerco internacional à ilha.
“Taiwan não é nem parte da China nem uma província da República Popular da China, mas a China aprovou a Lei Anti-Secessão para dar base legal ao uso da força contra Taiwan e aponta para a ilha 988 mísseis”, disse o presidente da ilha.
Taiwan acha que as críticas americanas ao plebiscito supõem um apoio tácito à China e à sua política de reforço militar e de ameaça bélica contra a ilha.
O governista Partido Democrata Progressista (PDP) iniciou o plebiscito de entrada na ONU sob o nome de Taiwan seguindo sugestões do presidente taiuanês, que mencionou o tema pela primeira vez em junho deste ano.
A China não recorreu a ameaças militares diretas para expressar sua rejeição ao plebiscito, mas está utilizando sua crescente influência diplomática para conseguir condenações por parte dos Estados Unidos, da União Européia e de outros países.
Na semana passada, um emissário de Washington tentou convencer Chen a desistir de convocar a consulta popular, manteve contatos com a oposição e convocou o povo taiuanês a não apoiar o plebiscito.
O ministro de Assuntos Exteriores de Taiwan, James Huang, retornou a Taipé hoje após uma viagem a Washington para tentar convencer os Estados Unidos de que o plebiscito não provocará uma crise no Estreito de Formosa.
Washington reiterou seu compromisso de fornecer armas a Taiwan.
A China considera a ilha parte de seu território, enquanto a ilha considera-se independente e soberana desde 1949.