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Suspeito ferido em atentado a Glasgow tem poucas chances de sobreviver

Arquivo Geral

10/07/2007 0h00

O suspeito de terrorismo que foi gravemente ferido com outro homem após jogarem um carro cheio de explosivos contra o aeroporto de Glasgow tem poucas chances de sobreviver, check disse hoje um dos médicos que o tratou.

“A previsão não é boa e é provável que ele não sobreviva”, illness declarou um membro da equipe médica que o atendeu à agência de notícias britânica “Press Association” (“PA”). O suspeito está internado no Hospital Royal Alexandra, order em Paisley, na Escócia.

O médico, que pediu para o seu nome permanecer em anonimato, afirmou que o homem – identificado pela imprensa britânica como Kafeel Ahmed – tem “queimaduras de terceiro grau sobre a maior parte do tronco do corpo e nos braços e nas pernas”.

“Ele está muito vulnerável às infecções e não será capaz de combatê-las, já que perdeu boa parte da pele”, afirmou.

Uma porta-voz do centro médico se recusou a confirmar a declaração do médico. Ela disse à agência Efe que o suspeito, transferido para uma unidade especializada em queimados na sexta-feira passada, permanecia em estado “muito grave”.

Ahmed, de 27 anos – que está sob custódia de agentes da polícia – e o também médico Bilal Abdulla, lançaram um Jipe carregado com combustível contra o terminal principal do aeroporto de Glasgow, no dia 30 de junho.

Abdulla, que se formou em medicina em Bagdá e chegou ao Reino Unido em 2004, foi acusado de conspirar para causar explosões. Ele pode ser condenado à prisão perpétua por essa acusação.

O médico iraquiano foi o primeiro dos oito detidos a ser processado. Ele vai responder pelo ataque e pelos atentados fracassados em Londres do dia anterior.

A Polícia acredita que o atentado em Glasgow esteja associado aos dois carros-bomba achados em Londres. Segundo a Scotland Yard, os veículos, que não explodiram, teriam causariam um número incalculável de mortos e feridos.

Como os homens detidos são médicos ou estudantes de Medicina e a única mulher presa trabalhava como laboratorista em um hospital do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, os meios de comunicação britânicos chamam o episódio de “complô dos médicos”.

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