Hassan enfrentará 13 acusações, uma para cada pessoa morta no ataque de 5 de novembro. Segundo Christopher Grey, porta-voz do Departamento de Pesquisas do Exército, conforme avance a investigação policial podem ser acrescentados novos indiciamentos.
O psiquiatra de 39 anos será processado em um tribunal militar, terá um defensor militar de graça e poderá ser representado também por um advogado civil, pelo qual terá que pagar.
“Ainda achamos que só houve um agressor no local”, disse o porta-voz. As autoridades decidiram julgar Hassan em um tribunal militar após concluírem que ele agiu sozinho e não fez parte de um complô com civis para atentar contra a base.
A pena de morte é uma opção possível, mas esse tipo de sentença é rara na Justiça militar americana, que não executou nenhum condenado nos últimos 50 manos.
A Casa Branca disse hoje em comunicado que abriu uma investigação sobre “como foi manejada e compartilhada a informação de inteligência (sobre Hassan) com as diferentes agências e departamentos, e as medidas tomadas”.
A investigação, iniciada em 6 de novembro, dia seguinte ao tiroteio, busca esclarecer e trazer à tona todo o conteúdo dos arquivos do Governo sobre o tiroteio e, especialmente, Hassan.