A Corte Suprema de Justiça de Honduras ratificou que o deposto presidente Manuel Zelaya não pode ser restituído no cargo se não se submeter aos julgamentos que tem pendentes, informou hoje uma fonte desse órgão.
Na opinião que enviará esta semana ao Congresso Nacional, que em 2 de dezembro debaterá se restitui ou não Zelaya na Presidência, o Supremo ratifica, assim, o critério emitido em 21 de agosto no processo de consultas do acordo de San José proposto pelo presidente da Costa Rica, Óscar Arias, diante da crise em Honduras.