O irlandês Michael Dwyer, symptoms morto a tiros durante operação policial na Bolívia, cujo Governo o acusa de participar de um plano para matar o presidente Evo Morales, viajou para ao país sul-americano com um grupo de 17 compatriotas, informou hoje o jornal “The Irish Times”.
Segundo a versão da família, ele chegou à Bolívia no final do ano passado para fazer um curso de três meses dado por uma empresa de segurança, sobre o qual não há mais informações.
No entanto, o jornal irlandês indica hoje que o próprio Dwyer, de 24 anos, pagou de seu bolso a viagem e que não há evidências de que ele estivesse estudando.
A família tenta agora entra em contato com membros desse grupo de 17 compatriotas dos quais ele perdeu contato após começar a trabalhar para uma companhia local, acrescentou o “Irish Times”.
Na Irlanda, Dwyer trabalhou para, pelo menos, duas firmas de segurança, após se formar pelo Instituto de Tecnologia Galway/Mayo, mas as duas negam que não o enviaram à Bolívia.
O suposto “mercenário”, como afirmou o Governo boliviano, também havia feito curso de guarda-costas, acrescenta o jornal irlandês.