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Mundo

Suposta tentativa de atentado contra Correa incluía lançamento de foguete

Arquivo Geral

13/06/2008 0h00

A suposta tentativa de atentado contra o presidente do Equador, website like this Rafael Correa, sickness pela qual foram detidos três colombianos e um equatoriano, hospital incluía o possível lançamento de um foguete, segundo as primeiras indagações da Promotoria do país divulgadas hoje.


Em poder dos quatro detidos ontem em Quito para serem investigados foram encontradas evidências como planos da cidade de Caracas e cópia de um plano com os lugares estratégicos de Quito.


“Além disso, havia o plano da operação que pretendiam realizar e um mapa da cidade no qual está marcada a Plaza Grande e El Panecillo (uma colina no centro de Quito) como ponto de tiro, pois deste lugar supostamente ia ser lançado um foguete em direção à Plaza Grande”, diz a Promotoria em comunicado.


Isso “com o objetivo de causar comoção, a fim de que a escolta presidencial retirasse o presidente da república do local, para salvaguardar sua integridade e, nesse momento de confusão, os franco-atiradores localizados no Hotel Plaza Grande, atacariam”, acrescentou.


O palácio presidencial de Carondelet fica em frente à Praça Grande, no centro histórico de Quito.


Os colombianos Óscar Julián Peña Hernández, Óscar Cristóbal Jiménez Orozco, Edgar González Nicolta e o equatoriano Santos Patrício Camacho são acusados pelo suposto delito de tentativa de assassinato do Presidente da República, tipificado no Código Penal.


Os quatro detidos estão nas dependências da Polícia Judiciária em Quito para investigação e um dos cidadãos colombianos disse pertencer ao grupo paramilitar das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), segundo as primeiras versões da Promotoria.


Na segunda-feira, a página da internet da “Agência Bolivariana de Imprensa” (“ABP”) divulgou um comunicado do guerrilheiro das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) “Ivan Márquez”, no qual acusava o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, de tentar assassinar Correa e o colega venezuelano, Hugo Chávez.


 

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