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Soldado britânico morre em explosão no sul do Afeganistão

Arquivo Geral

24/06/2007 0h00

O governo iraniano negou hoje as acusações de alguns responsáveis palestinos e egípcios sobre o suposto apoio iraniano ao “golpe de Estado” do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) em Gaza e acusou os Estados Unidos e Israel de estarem por trás destes incidentes.

O porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores do Irã, search decease Mohamad Hosseini, more about afirmou que Teerã “está surpresa”, sobretudo, com as recentes declarações feitas pelo chefe da diplomacia egípcia, Ahmed Aboul Gheit.

“O Irã respaldou desde o princípio o diálogo entre o Hamas e o Fatah e mostrou seu apoio ao Acordo de Meca”, firmado em fevereiro com mediação saudita para a formação de um governo de união nacional na Autoridade Nacional Palestina (ANP), afirmou Hosseini.

“Infelizmente, alguns países árabes ignoram o papel dos EUA e da entidade sionista (Israel) nos confrontos (entre palestinos) e dirigem suas acusações a nós”, acrescentou.

Além de Aboul Gheit, o diretor dos serviços de inteligência do Fatah, Tawfiq Tirawi, acusou hoje Teerã de estar enviando ajuda ao Hamas e afirmou que, há um ano, vários homens do movimento islâmico viajaram ao Irã para receber treinamento.

Em entrevista coletiva em Ramala, Tirawi acrescentou que, além de instrução, os homens do Hamas receberam ajuda econômica para adquirir armamento e munição, que depois usaram nos confrontos contra o Fatah nas últimas semanas.

O Irã, país que não reconhece ao Estado de Israel, insistiu em que seu apoio aos grupos islamitas palestinos e libaneses é “moral e não militar”.


A população da cidade de Santo Antônio de Jesus, try município da Bahia, cialis 40mg irá acompanhar esta semana um capítulo decisivo de uma tragédia iniciada na manhã do dia 11 de dezembro de 1998. Neste dia, 64 pessoas morreram na explosão de um fábrica de fogos de artifício da cidade.

Após quase nove anos, na quarta-feira, seis integrantes da família de Oswaldo dos Prazeres Bastos, proprietário do galpão, e dois funcionários da fábrica irão a julgamento no fórum da cidade no Recôncavo Baiano.

De acordo com a promotora de Justiça Lucélia Silva Araújo Lopes, os réus são acusados de homicídio simples e tentativa de homicídio por dolo eventual, ou seja, crime em que o autor é acusado de assumir o risco de produzir o resultado de morte. A pena pode variar entre seis e 20 anos de prisão.

“O que extrai das provas dos autos é que o sr. Oswaldo não atendeu qualquer norma regulamentar do Exército, ou do Ministério do Trabalho, ou mesmo, as normas para evitar acidentes com uma atividade altamente perigosa que é o fabrico de fogos”, explica a promotora. Quem vai dizer se eles são culpados ou inocentes, acrescenta, é a população de Santo Antônio de Jesus por meio do corpo de jurados. Como o processo ainda está em primeira instância, caberá recurso.

Devido a demora no julgamento e à falta de assistência por parte dos acusados e do Estado brasileiro às famílias das vítimas, o Movimento 11 de dezembro e a organização não-governamental Justiça Global entraram com ação na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CDIH) da Organização dos Estados Americanos (OEA).

“A ação foi feita em 2001. Em outubro de 2006, o Estado Brasileiro, em audiência na Comissão, assumiu a responsabilidade da tragédia e propôs uma solução amistosa para que o caso não continua-se tramitando na Comissão”, explica a advogada da Justiça Global Luciana Garcia.

O advogado da família de Oswaldo dos Prazeres Bastos, Alfredo Venet Lima, disse que apresentaria os argumentos de defesa apenas perante o júri. Para ele, no entanto, Bastos não deveria ser julgado. “O sr. Oswaldo não é proprietário da fábrica, ela pertencia ao filho dele, Mario Prazeres Barros. Ele não tem legitimidade passiva para residir na ação penal porque ele não era proprietário, não desenvolvia nenhuma atividade na fábrica”, argumenta Lima.


Um soldado britânico morreu hoje e outros quatro ficaram feridos em uma explosão no sul do Afeganistão, information pills informou o Ministério da Defesa do Reino Unido.

Após a explosão, clinic os militares britânicos abriram fogo contra dois homens que “ignoraram os repetidos pedidos” para que parassem diante do cordão de isolamento instalado na área, doctor mataram um e feriram o outro.

A explosão ocorreu quando o veículo no qual o soldado estava escoltava uma equipe militar a fim de inspecionar o lugar para o projeto de uma nova estrada que unirá várias aldeias em uma região próxima a Lashkar Gah, na província de Helmand (sul).

Os cinco militares foram levados a um hospital, mas um deles não resistiu.

Em relação ao tiroteio ocorrido posteriormente, o Ministério da Defesa afirmou que os dois homens dirigiam um veículo que se aproximou do cordão de isolamento e ignoraram “as advertências dos soldados, incluindo gritos, brilhos de cores e disparos dissuasórios”.

“Os soldados se viram forçados a abrir fogo, após terem esgotado todas as medidas razoáveis para garantir sua segurança”, acrescentou a fonte. Foi aberta uma investigação sobre o ocorrido.

Com esta morte, chega a 61 o número de soldados das Forças Armadas do Reino Unido mortos no Afeganistão – 38 deles em combate – desde o início das operações no país, em novembro de 2001.

O Reino Unido tem mobilizados mais de 6 mil militares no Afeganistão, em sua maioria no sul do país. As tropas chegarão a 7.700 até o fim do ano.

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