O homem morreu ontem no hospital público da cidade de Sáenz Peña, cujo diretor, Luis Lita, explicou que o diarista faleceu depois de sofrer uma infecção “incontrolável” por ter utilizado medicamentos sem consultar um médico.
“As pessoas se automedicam e isso é muito perigoso, além de complicar o diagnóstico”, ressaltou Lita.
Segundo o Ministério da Saúde argentino, só em 2009 já foram registrados 8.722 casos de dengue no país e quatro mortos, dois em Chaco e outros dois na província de Salta, vizinha ao Paraguai e à Bolívia.
Entretanto, autoridades provinciais elevam o número de casos para cerca de 14.500 e asseguram que a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti já matou oito pessoas.