Os combates, order os piores que ocorrem na Somália desde que as tropas etíopes que apoiavam o anterior Governo Federal Transitório se retiraram do país, em de 15 de janeiro, foram retomados hoje com um ataque com morteiros contra o Palácio Presidencial, após um dia de relativa calma.
A emissora diz que os piores combates acontecem no distrito de Yaqshid, onde os radicais do Al-Shabab pretendem ocupar uma delegacia.
O presidente Sheikh Ahmed, em coletiva de imprensa no Palácio Presidencial, disse que seu Governo “defenderá o Estado e a soberania do país e usará todos os meios para parar os combates”.
O presidente da Somália é o líder do grupo islâmico moderado Aliança para a nova Libertação da Somália (ARS) e foi eleito dirigente do país pelo Parlamento somali.
Alguns grupos armados fundamentalistas islâmicos radicais, entre eles o Al-Shabab, que ocupa boa parte do território somali e que os EUA acusam de elo com a Al Qaeda, não aceitam o novo Governo e asseguraram que seguirão na luta até derrubá-lo.