A diretora do Instituto de Saúde Pública (ISP) do Chile, Ingrid Heitmann, destacou hoje que a gripe foi mais leve do que se esperava no país.
Em entrevista coletiva, Heitmann relatou que o plano organizado no Chile para fazer frente à doença “considerava cenários muito mais graves”, levando em conta uma taxa de mortalidade “de entre 20% e 30%” dos infectados.
Até agora, nenhum dos casos da doença em território chileno foi considerado grave.
Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.