O militar, do 3º Batalhão dos Black Watch, morreu no domingo, no Hospital Selly Oak, em Birmingham (região central da Inglaterra), após ter sido ferido na explosão de uma bomba na província de Kandahar, no Afeganistão, no dia 15 de setembro.
A morte foi confirmada dois dias depois que 5 mil pessoas, incluindo familiares de soldados, se manifestaram pelas ruas do centro de Londres para pedir o fim da guerra no país asiático.
No último dia 14, o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, anunciou no Parlamento um plano para aumentar de 9 mil para 9.500 o contingente de seu país no Afeganistão, embora o reforço esteja condicionado a um desdobramento equitativo dos aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).