Da unidade de crise instalada na sede do Governo da cidade de Messina, a mais castigada pelas inundações que provocaram o desabamento de alguns edifícios, os responsáveis dos trabalhos de resgate explicaram que ainda restam 29 feridos que estão em vários hospitais da zona.
O número de pessoas que tiveram que ser retiradas de casa em consequência da tragédia é de 564, e a maioria está hospedada temporariamente em vários hotéis da província de Messina, no leste da Sicília.
O corpo da mais recente vítima, um jovem de cerca de 20 anos, foi encontrado no sábado à noite e retirado da lama horas depois pela equipe de bombeiros e do Exército italiano que trabalha na zona desde sexta-feira, quando começaram as tarefas de remoção de escombros e de resgate das vítimas.
Hoje, o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, deve sobrevoar a zona de helicóptero.
O tempo na região já teve uma considerável melhoria, mas ainda permanecem bloqueadas algumas comunicações na ilha mediterrânea, com problemas sobretudo entre as províncias de Messina e Catânia.
Ainda há áreas inacessíveis em consequência das inundações e dos deslizamentos de terras.