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Sobe para 155 o número de mortos em duplo atentado em Bagdá

Arquivo Geral

26/10/2009 0h00

O número de mortos e feridos no duplo atentado deste domingo em Bagdá subiu para 155 e 500, respectivamente, informaram fontes do Ministério do Interior.


Segundo as autoridades, o saldo de vítimas ainda pode aumentar, já que as equipes de resgate continuam a retirar corpos dos escombros dos prédios atacados.


Por precaução, a Polícia e o Exército iraquianos instalaram postos de controle nas entradas e no centro de Bagdá. Como cada veículo era inspecionado, um grande engarrafamento se formou durante toda a manhã.


O duplo atentado terrorista contra edifícios do Governo em Bagdá também causou danos a dezenas de casas, disseram à Agência Efe fontes do Ministério do Interior.


Perto do Ministério da Justiça, um dos alvos dos ataques, uma creche ficou totalmente destruída por causa das explosões.


Já nos lugares em que dois caminhões carregados com explosivos foram detonados, aproximadamente 165 automóveis ficaram destruídos e dezenas de imóveis vieram abaixo.


Nesta segunda-feira, a imprensa iraquiana noticiou com destaque o massacre registrado em Bagdá, o mais sangrenta em dois anos.


Em declarações ao jornal “Asharq al-Awsat”, o chefe do Exército iraquiano, general Ali Gidan, acusou países vizinhos de estarem por trás dos atentados.


“As ingerências dos países vizinhos criam o terrorismo” no Iraque, disse Gidan.


Segundo o militar, pessoas detidas após os ataques confessaram que vários terroristas foram treinados na Síria e no Irã. Gidan também revelou que inúmeros armazéns com armas procedentes do Irã foram achados no sul do país.


Outro jornal, o “Al Mashreq”, culpou o Governo iraquiano pelos sangrentos ataques de ontem. Para a publicação, acusar estrangeiros “não é nada mais que fugir da responsabilidade”.


As explosões de ontem aconteceram em um momento politicamente delicado para o Iraque, uma vez que está em discussão uma reforma na Lei Eleitoral que regulará as eleições gerais convocadas inicialmente para 16 de janeiro do ano que vem.

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    Segundo as autoridades, o saldo de vítimas ainda pode aumentar, já que as equipes de resgate continuam a retirar corpos dos escombros dos prédios atacados.

    Por precaução, a Polícia e o Exército iraquianos instalaram postos de controle nas entradas e no centro de Bagdá. Como cada veículo era inspecionado, um grande engarrafamento se formou durante toda a manhã.

    O duplo atentado terrorista contra edifícios do Governo em Bagdá também causou danos a dezenas de casas, disseram à Agência Efe fontes do Ministério do Interior.

    Perto do Ministério da Justiça, um dos alvos dos ataques, uma creche ficou totalmente destruída por causa das explosões.

    Já nos lugares em que dois caminhões carregados com explosivos foram detonados, aproximadamente 165 automóveis ficaram destruídos e dezenas de imóveis vieram abaixo.

    Nesta segunda-feira, a imprensa iraquiana noticiou com destaque o massacre registrado em Bagdá, o mais sangrenta em dois anos.

    Em declarações ao jornal “Asharq al-Awsat”, o chefe do Exército iraquiano, general Ali Gidan, acusou países vizinhos de estarem por trás dos atentados.

    “As ingerências dos países vizinhos criam o terrorismo” no Iraque, disse Gidan.

    Segundo o militar, pessoas detidas após os ataques confessaram que vários terroristas foram treinados na Síria e no Irã. Gidan também revelou que inúmeros armazéns com armas procedentes do Irã foram achados no sul do país.

    Outro jornal, o “Al Mashreq”, culpou o Governo iraquiano pelos sangrentos ataques de ontem. Para a publicação, acusar estrangeiros “não é nada mais que fugir da responsabilidade”.

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