A Síria “não poupou esforços por manter a segurança na fronteira”, disse Majid, na inauguração da conferência de países vizinhos do Iraque que durante hoje e amanhã abordará, em Damasco, os problemas de segurança do país árabe.
A reunião a portas fechadas conta com a participação também de representantes do Egito, Barein, Irã, da Organização da Conferência Islâmica e da Liga Árabe, assim como da União Européia, do G8 (sete países mais industrializados e Rússia) e do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Também participam o encarregado de Negócios da Embaixada dos EUA na Síria, Michael Corbin, enquanto o Iraque enviou o subsecretário do Ministério de Exteriores, Lubaid Abawi.
EUA, Reino Unido e Iraque acusaram várias vezes a Síria de não fazer o necessário para impedir a passagem de insurgentes ao Iraque através de seu território.
Neste sentido, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, durante sua visita ao Oriente Médio em janeiro, pediu ao regime de Damasco para “reduzir ainda mais o fluxo de terroristas por seu território, especialmente terroristas suicidas”.
Durante seu discurso, o ministro sírio destacou que os avanços no Iraque não dependem só da cooperação entre os países vizinhos, mas também do apoio da comunidade internacional.
“Este encontro deve servir para ajudar o povo iraquiano a restaurar a segurança e a estabilidade em sua pátria, e para manter sua soberania nacional e sua unidade territorial”, disse Majid.