Segundo fontes governamentais e iraquianas em Damasco, a medida será efetiva a partir de 10 de setembro, e estarão isentos dela os executivos e os universitários e intelectuais convidados com propósitos acadêmicos.
O ministro de Exteriores sírio, Walid al-Moualem, telefonou hoje para o titular da mesma pasta no Iraque, Hoshyar Zebari, para explicar a medida e, segundo as fontes sírias, este último prometeu colaborar com as autoridades de Damasco a respeito.
A Síria, junto com a Jordânia, são os dois países que mais suportam o fluxo migratório de iraquianos que fogem da violência. Muitos tentam viajar depois para a Europa ou as Américas, mas a maioria permanece nestes países sem data previsível de retorno.
A ONU elogiou várias vezes o Governo sírio por causa de sua generosidade ao receber os refugiados iraquianos e proporcionar vagas nas escolas para seus filhos, e fez várias chamadas ao mundo desenvolvido para que ajude Damasco nas grandes despesas que isso representa.