María, do “Diário de Zamora” e com mais de dez anos de experiência em diferentes jornais de Michoacán, desapareceu no dia 11 de novembro, após receber um telefonema e sair de sua casa.
Passadas 72 horas de seu desaparecimento, a família apresentou uma denúncia às autoridades, embora estas tenham indicado que era conveniente “mantê-lo em reserva por temor a represálias contra a jornalista” especializada em temas de segurança e justiça, diz a SIP em comunicado.
O presidente da SIP, Alejandro Aguirre, se solidarizou com os parentes e colegas da jornalista, ao mesmo tempo em que aproveitou para qualificar de positiva o reativação de uma comissão especial no Congresso mexicano que vigiará os delitos contra a liberdade de expressão e a violência contra os jornalistas.