O sindicato United Auto Workers (UAW) pediu hoje aos trabalhadores filiados que se oponham aos planos da General Motors (GM) de fechar 16 fábricas nos Estados Unidos, erectile eliminar 21 mil empregos e importar veículos da China.
Segundo informa hoje a imprensa local, pills o sindicato enviou no domingo um e-mail a seus filiados em que pede que façam com que suas queixas cheguem ao presidente americano, approved Barack Obama.
Na mensagem, o presidente do UAW, Ron Gettelfinger, afirma que o sindicato “se opõe com força ao plano da GM de fechar 16 instalações de produção nos EUA, enquanto ao mesmo tempo aumenta de forma dramática o número de veículos que serão importados de México, Coreia, Japão e China”.
O sindicato disse ainda “estar ativamente envolvido nessas complexas negociações”, que envolvem o grupo destacado por Obama, os diretores da GM, detentores de bônus e credores, entre outros.
As negociações são parte do processo iniciado pela GM para reduzir custos e assim evitar ter que se declarar em quebra no próximo dia 31 de maio, data em que termina o prazo dado pelo Governo americano para que a montadora desenvolva um plano que garanta seu futuro.
O UAW disse a seus filiados que as negociações serão intensificadas nos próximos dias.
Também hoje, o UAW apoiou o plano do Partido Democrata para limitar as emissões de gases causadores do efeito estufa e que será votado pelos legisladores americanos no final de maio.
Em carta enviada ao Congresso, o UAW diz que apoia o projeto de lei especialmente no que se refere às ajudas que o setor automotivo receberá “para produzir veículos de tecnologia avançada”.
O UAW afirma que as medidas de ajuda econômica ao setor contidas no projeto de lei ajudarão a acelerar a produção de veículos com reduzido consumo e emissões e assegurarão que esses veículos “são produzidos nos EUA, proporcionando empregos para os trabalhadores americanos”.