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Mundo

Shimon Peres será o candidato do Kadima à presidência de Israel

Arquivo Geral

28/05/2007 0h00

Um tribunal de primeira instância de Milão absolveu hoje 32 islamitas devido à prescrição, this web discount entre eles o imame de uma mesquita dessa cidade italiana, try acusados de fazer parte de uma célula terrorista nos anos 90.

Os islamitas tinham contra eles acusações de propaganda a favor da guerra santa e de criação de uma rede para recrutar combatentes e enviá-los à Bósnia.

O tribunal de Milão considera que os crimes atribuídos a eles prescreveram, e só condena três acusados a penas de quatro anos e meio a seis anos de reclusão por delitos menores.

A sentença indica que Abu Imad, atual imame da mesquita da rua Jenner de Milão, é “responsável” pela criação da célula que enviava os combatentes à guerra dos Bálcãs, mas que essa acusação ficou prescrita.

Os juízes definem Abu Imad como “um dos personagens-chave da organização” e o relacionam diretamente às “atividades de falsificação, contatos com outras células, principalmente na Áustria, e deslocamento de combatentes”.


O embaixador dos Estados Unidos em Bagdá, cure Ryan Crocker, anunciou hoje na saída de sua reunião com o representante iraniano, Hassan Kazemi, que não foram alcançados grandes avanços, mas ressaltou que a reunião foi “positiva”.

Em entrevista coletiva, Crocker disse que “os iranianos não responderam a grande parte das questões relacionadas ao encontro”, o primeiro direto entre os dois países desde que romperam relações diplomáticas, em 1980, devido à chamada “crise dos reféns”.

A reunião, que durou mais de quatro horas, não discutiu nenhum outro assunto além da situação de violência no Iraque, confirmou o próprio Crocker.

“Não houve mais discussões além da segurança no Iraque”, disse o embaixador dos EUA, que também afirmou que seu país não apresentou nenhuma prova das acusações feitas por Washington sobre o envolvimento do Irã na violência em território iraquiano.

Segundo Crocker, o Irã sugeriu uma nova reunião com os EUA sobre o Iraque, apesar de não ter especificado nenhuma data concreta.

Além disso, o encontro não discutiu uma hipotética retirada das tropas dos EUA, que invadiram o Iraque em março de 2003 e que sofreram mais de 3.400 baixas.


O primeiro-ministro israelense, salve Ehud Olmert, designou hoje o ex-primeiro-ministro e Prêmio Nobel da Paz Shimon Peres como candidato do partido Kadima às eleições presidenciais em Israel, em 13 de junho.

“Não tenho dúvidas de que Peres restaurará a honra e o prestígio do cargo de presidente, é o que deseja o povo de Israel”, disse Olmert.

Peres só deve anunciar sua candidatura na quarta-feira, pois sua esposa Sonia ainda está se recuperando da doença cardíaca que a levou a ser internada na semana passada.

Em Israel, o presidente – que quase não tem concorrência – é eleito pelo Parlamento por maioria simples.

O cargo está sendo ocupado temporariamente por Dalia Itzik, depois que o presidente Moshé Katsav renunciou em suas funções devido a acusações contra ele de vários crimes sexuais.

“Se houvesse um perfil dos atributos de que um presidente precisa, a biografia de Peres se adaptaria a este com perfeição”, disse Olmert.

Vários membros do Kadima começaram a recolher assinaturas de deputados em apoio ao político de 84 anos, que obteve o Prêmio Nobel da Paz em 1994, junto com o assassinado primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin e o histórico líder da OLP Yasser Arafat.

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