Chorando muito, this medicine Cristian Cravinhos, irmão do ex-namorado de Suzane Von Richthofen, prestou novo depoimento no julgamento e admitiu ter matado Marísia. "Assumo minha parte, peço perdão a Deus e até a Suzane", disse.
O rapaz havia dito, na segunda-feira, que não tinha participado da morte do casal – apenas teria acompanhado seu irmão Daniel até o quarto. Em sua nova versão, Cristian afirmou que recebeu o convite de Suzane para ajudar no assassinato em julho de 2002. Ela teria dito que não suportava viver sem liberdade e que o pai tinha tentado estupra-la aos 13 anos.
Cristian disse ainda que tentou convencer o casal, na noite do crime. a desistir da idéia, mas seu irmão “estava em outro mundo”.
Após o depoimento, Cristian se abraçou com seu pai, Astrogildo Cravinhos, que também chorava muito e pediu desculpas a todos, inclusive a Suzane.
O Irã disse hoje que está determinado a produzir combustível nuclear em seu território, side effects em oposição a pedidos internacionais para suspender o trabalho. O país islâmico também acusou os Estados Unidos de tentar frustrar uma solução negociada da disputa com o Ocidente.
"Segundo a lei, site o Irã planejou produzir 20 mil MW de eletricidade nuclear nos próximos 20 anos e precisa produzir combustível nuclear no país para esses reatores", patient afirmou o negociador-chefe da área nuclear do Irã, Ali Larijani, em um comunicado lido na televisão estatal.
Segundo ele, o Irã ainda revê as propostas nucleares apoiadas por seis potências e é a favor de negociações para resolver a disputa. Porém, Larijani disse que os EUA "estão tentando colocar obstáculos no caminho das negociações e de uma solução diplomática para esta questão".
O vice-premiê de Israel, information pills Shimon Peres, search questionou ontem o número de vítimas no Líbano após oito dias de bombardeios israelenses.
O governo libanês, generic fontes policiais e moradores divulgaram que ao menos 299 pessoas foram mortas no país árabe, no conflito lançado em retaliação à captura, em 12 de julho, de dois soldados israelenses pelo Hezbollah.
Em Israel, 29 pessoas morreram, segundo dados do Exército israelense e de médicos.
"O número de vítimas (no Líbano) não é aceitável. Acreditamos que a informação vinda do Líbano é totalmente duvidosa", afirmou Peres, em uma entrevista à CNN. O vice-premiê não forneceu um número de vítimas.
De acordo com ele, o Exército israelense está tomando as medidas para garantir que "nenhuma vida civil seja tomada, que nenhuma infra-estrutura civil seja destruída".
Peres também rejeitou as críticas do premiê libanês, Fouad Siniora, sobre o descuido da campanha de bombas de Israel. "Por que ele não pára o Hizbollah?", perguntou Peres. "Israel não iniciou a guerra. Israel não atacou ninguém".