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Sequestradores dão ultimato para navio italiano no golfo de Áden

Arquivo Geral

24/04/2009 0h00

Os sequestradores do rebocador italiano “Buccaneer”, information pills atacado por piratas no dia 11 de abril no golfo de Áden (oceano Índico), deram um ultimato de 72 horas pela vida dos 16 membros de sua tripulação.

Assim comunicaram, em declarações publicadas hoje pelos meios de comunicação da Itália, os parentes de Vincenzo Montella e Giovanni Vollaro, dois dos dez retidos italianos com os quais seus familiares puderam falar ontem.

Segundo os parentes, Montella e Vollaro ligaram na quinta-feira à tarde e falaram com seus pais, aos quais disseram que os sequestradores deram um ultimato de 72 horas a partir de hoje para iniciar uma negociação para sua libertação.

Caso contrário, asseguram as famílias dos dois sequestrados, vão matar os 16 marinheiros.

Os parentes dos dois italianos pedem ao Governo e a seu primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, “que deem todos os passos possíveis” para conseguir a libertação dos sequestrados.

O navio sequestrado, que ia de Cingapura para o Canal de Suez, pertence à empresa Micoperi, de Rávena (costa adriática italiana) e foi atacado a 60 milhas do Golfo de Áden, entre Somália e Iêmen.

O Ministério de Assuntos Exteriores da Itália pediu discrição no assunto aos meios de comunicação e, até o momento, deu poucos detalhes sobre o estado atual do sequestro.

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    Sequestradores dão ultimato para navio italiano no golfo de Áden

    Arquivo Geral

    24/04/2009 0h00

    Os sequestradores do rebocador italiano “Buccaneer”, pharm atacado por piratas no dia 11 de abril no golfo de Áden (oceano Índico), deram um ultimato de 72 horas pela vida dos 16 membros de sua tripulação.

    Assim comunicaram, em declarações publicadas hoje pelos meios de comunicação da Itália, os parentes de Vincenzo Montella e Giovanni Vollaro, dois dos dez retidos italianos com os quais seus familiares puderam falar ontem.

    No entanto, em nota de imprensa divulgada pouco após a publicação desta notícia, o Ministério de Relações Exteriores italiano afirmou que nem o armador do navio nem a Embaixada da Itália na Somália disseram que os sequestradores tivessem se expressado “nesses termos”, negando, portanto, que haja um ultimato.

    Segundo os parentes, Montella e Vollaro ligaram na quinta-feira à tarde e falaram com seus pais, aos quais disseram que os sequestradores deram um ultimato de 72 horas a partir de hoje para iniciar uma negociação para sua libertação.

    Caso contrário, asseguram as famílias dos dois sequestrados, vão matar os 16 marinheiros.

    Os parentes dos dois italianos pedem ao Governo e a seu primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, “que deem todos os passos possíveis” para conseguir a libertação dos sequestrados.

    O navio sequestrado, que ia de Cingapura para o Canal de Suez, pertence à empresa Micoperi, de Rávena (costa adriática italiana) e foi atacado a 60 milhas do Golfo de Áden, entre Somália e Iêmen.

    O Ministério de Relações Exteriores da Itália pediu discrição no assunto aos meios de comunicação e, até o momento, deu poucos detalhes sobre o estado atual do sequestro.



     

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