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Mundo

Senadora Colombiana pede apoio de Chávez para libertar reféns

Arquivo Geral

04/12/2007 0h00

A senadora colombiana Piedad Córdoba pediu ao presidente venezuelano, see Hugo Chávez, que apóie os seus novos esforços para conseguir a libertação dos reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

“Peço encarecidamente o seu valioso apoio e sua imprescindível ajuda”, disse a congressista de oposição numa carta a Chávez, divulgada pelo site “Terra” na Colômbia.

Na carta, datada de 30 de novembro em Bogotá, Córdoba considerou que “nunca serão suficientes as expressões de gratidão e de aplauso” a Chávez pela tarefa de mediador no caso dos reféns, que durou quase três meses, até o dia 21 de novembro.

O presidente colombiano, Álvaro Uribe, deu por encerradas as gestões de Chávez e da congressista. A suspensão das gestões suscitou uma grave crise diplomática entre os dois países.

Segundo Córdoba, o presidente venezuelano deu preferência ao lado humanitário sobre o político, convocou personalidades do mundo, recebeu os parentes dos reféns e “teve lealdade sem sombras com seu amigo Uribe”.

A mediação de Chávez, acrescentou a congressista, levou às provas de vida de 17 reféns que as autoridades de seu país confiscaram na quinta-feira, em Bogotá. As Farc se mobilizaram para oferecer os documentos, disse.

Na mesma carta, a congressista admitiu que a gestão conjunta com o presidente venezuelano em busca de um acordo humanitário “não esteve ajustada aos mais ortodoxos cânones da metodologia prevista pelos especialistas”.

“Mas ensaiamos caminhos novos, exploramos propostas, propusemos dinâmicas não previstas no rigor acadêmico ou na mentalidade de pedra dos partidários da guerra”, acrescentou Córdoba. Ela atribuiu a decisão de Uribe a pressões da extrema direita da Colômbia.

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