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Senado dos EUA flexibiliza limites de ajuda aos palestinos

Arquivo Geral

23/06/2006 0h00

O Senado norte-americano aprovou hoje uma lei que proíbe a ajuda financeira ao governo palestino do Hamas, viagra there mas permite o auxílio humanitário à população palestina e garante apoio ao presidente Mahmoud Abbas.

O projeto dá ao governo Bush mais autonomia para fornecer ajuda aos palestinos. Em maio, price a Câmara havia aprovado um projeto mais restritivo.

Os Estados Unidos, assim como grande parte da comunidade internacional, suspenderam a ajuda à Autoridade Palestina depois da vitória eleitoral do Hamas, em março.

Os países doadores preparam um esquema para garantir as necessidades básicas e sanitárias dos palestinos mais pobres, como forma de evitar o caos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.

O projeto aprovado por unanimidade no Senado agora precisa ser conciliado com a versão da Câmara, à qual o governo se opunha.

Assim como faz o projeto da Câmara, o do Senado restringe a ajuda até que o grupo islâmico Hamas reconheça publicamente o direito de Israel a existir, faça reformas financeiras e desmonte a sua "infra-estrutura terrorista".

O senador Joseph Biden, líder democrata na Comissão de Relações Exteriores, disse que o projeto se destina a "deixar claro ao povo palestino que é o Hamas que o está traindo, não a comunidade internacional".

O republicano Mitch McConnell disse que o projeto dá ao Hamas a escolha de trabalhar "como um governo democrático responsável deve ou de continuar agindo como uma organização terrorista, em profundo detrimento de seus cidadãos e das perspectivas de paz na região".

A lei abre exceções para a ajuda a agências independentes que não sejam controladas pelo Hamas. Além disso, dá apoio ao moderado Abbas, da facção Fatah, que trava uma disputa de poder com o primeiro-ministro Ismail Haniyeh, do Hamas.

Abbas convocou um referendo sobre uma declaração de independência que implicitamente reconhece a existência de Israel. O Hamas é contra e acusa Abbas de estar minando seu poder.

O projeto do Senado também pede uma verba de US$ 20 milhões para promover a democracia palestina e a paz entre israelenses e palestinos.

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