O presidente dos Estados Unidos, dosage information pills George W. Bush, tentou hoje reforçar o apoio entre os republicanos ao aumento da presença militar no Iraque, mas um grupo bipartidário de parlamentares preparou uma resolução contra o plano.
Um funcionário do Senado disse, sob anonimato, que o texto da resolução do Senado é o seguinte: "Considerando que a estratégia dos EUA e a presença no terreno no Iraque só podem ser sustentadas com o apoio do povo norte-americano e com apoio bipartidário do Congresso, […] não é do interesse dos Estados Unidos aprofundar seu envolvimento militar no Iraque, particularmente escalando a presença de tropas dos EUA no Iraque."
A proposta foi redigida por três senadores, os democratas Joseph Biden e Carl Levin, e o republicano Chuck Hagel, há muito tempo crítico da guerra. Tony Snow, porta-voz da Casa Branca, disse que Bush se reuniria na tarde de quarta-feira com a bancada republicana para uma "sincera troca de visões" sobre a nova estratégia.
Ele não citou nomes nem quantos parlamentares foram convidados à reunião vespertina, mas afirmou que "provavelmente todos ali estão pelo menos céticos" sobre o envio de 21.500 soldados a mais para tentar estabilizar Bagdá e a região de Anbar.
O Senado e a Câmara, ambos dominados pelos democratas, planejam a votação de resoluções, simbólicas, mas politicamente importantes, rejeitando os planos de Bush. Tais resoluções obrigariam que os republicanos se manifestassem oficialmente sobre a impopular nova estratégia da Casa Branca, o que poderia deixar Bush ainda mais isolado. Ainda não há data para a votação no Senado.
O líder democrata na Câmara, Steny Hoyer, disse que os deputados provavelmente vão votar e aprovar uma resolução contra o aumento do contingente, mas aguardam que o Senado o faça antes.